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UMA REVISTA SEM FINS LUCRATIVOS

sábado, 30 de abril de 2016

RH RIO 2016 – 42.º CONGRESSO DE GESTÃO DE PESSOAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

A 42.ª edição do RH-RIO, principal congresso de gestão de pessoas do Rio de Janeiro, já tem data e local marcado: 17 e 18 de maio de 2016, no Centro de Convenções Sulamérica. 
Realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ), o evento é uma oportunidade de executivos e diretores das principais empresas do país discutir o setor de Gestão de Pessoas, fidelizar clientes, institucionalizar suas marcas e fazer novos negócios. Serão 1000 m² de área de evento para rececionar as mais de 3000 pessoas que circulam no local todos os anos.
Também está confirmada para 2016 a Expo RH-RIO, feira de Recursos Humanos e gestão realizada paralelamente ao RH-RIO. Nela, que tem entrada gratuita, reúnem-se diversas empresas que apresentam o que há de mais atual em serviços e produtos para o setor de RH, movimentando milhões em negócios.
Aguarde, pois a qualquer momento abriremos às inscrições para o RH-RIO 2016.
Mais informações sobre patrocínio e exposição aqui.

VI SEMINÁRIO INTERNACIONAL DIREITOS HUMANOS, VIOLÊNCIA E POBREZA: A SITUAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA AMÉRICA LATINA HOJE

33º Congresso Mineiro de Municípios



O Congresso Mineiro de Municípios tem como objetivo, promover o debate dos desafios da gestão municipal, qualificar os servidores públicos municipais, divulgar os problemas vivenciados pela administração pública municipal e discutir soluções viáveis para estas questões, além de apresentar aos gestores públicos municipais oportunidades de melhoria da qualidade dos serviços públicos oferecidos à sociedade e fomentar o compartilhamento de conhecimento de processos e procedimentos de políticas públicas com foco no cidadão.
Dentro da programação do evento, será realizada a 32ª Feira para o Desenvolvimento dos Municípios, o VI Congresso Mineiro de Vereadores, o I Fórum Eleitoral em parceria com a OAB/MG, o I Seminário de Assistência Social, o III Encontro Estadual de Secretários Municipais de Meio Ambiente, Obras, Pecuária e Agricultura de Minas Gerais, o IV Seminário de Gestão e Arrecadação Municipal, o II Fórum de Iluminação Pública, a Judicialização da Saúde e também palestras técnicas com temas da saúde, educação, captação de recursos, economia, desenvolvimento econômico, envolvendo parceiros importantes das esferas do Governo, Associações Microrregionais e empresas privadas.
  • Evento: 33º Congresso Mineiro de Municípios
  • Data: 3, 4 e 5 de Maio/2016
  • Temas:
    • VI Congresso Mineiro de Vereadores
    • I Fórum Eleitoral
    • IV Seminário de Gestão e Arrecadação Municipal
    • III Encontro Estadual de Secretários Municipais de Meio Ambiente, Obras, Pecuária e Agricultura de Minas Gerais
    • I Seminário de Assistência Social
    • Judicialização da Saúde
    • II Fórum de Iluminação Pública
  • Local: Expominas – BH/MG
    Avenida Amazonas, 6200 – Gameleira – BH/MG

IV Congresso Internacional de Mediação Empresarial

Terças Jurídicas ABAMI - Palestra: Marco Legal e Ferramentas da Mediação

ENASE 2016 - 13º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico


ENASE - Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico - se consolidou ao longo dos anos como o principal evento político-regulatório do setor elétrico nacional e chega em sua 13ª edição reunindo, mais uma vez, os líderes deste segmento. São dois dias de encontro – 18 e 19 de maio – que acontecem no Hotel Sofitel, no Rio de Janeiro, trazendo autoridades18 associações do setor ecentenas de especialistas para debates e palestras com os mais importantes assuntos relacionados a concessões, mercados, fontes renováveis, térmicas, operação, entre outros.

Cerca de 700 formadores de opinião, dos quais 71% com alto poder de decisão (superintendentes, diretores, VPs, CEOs, sócios etc.), participam do evento, que trata-se de uma oportunidade única e diferenciada para se ter uma visão completa de toda a cadeia envolvida com o mercado de energia elétrica no Brasil


REALIZAÇÃO
Hoje, o ENASE é copromovido pelo Grupo CanalEnergia e 18 associações do setor: ABCE, ABCM, ABDAN, ABDIB, ABEEÓLICA, ABIAPE, ABRACE, ABRACEEL, ABRADEE, ABRAGE, ABSOLAR, ABRAGEL, ABRAGET, ABRATE, ANACE, APINE, ABRAPCH e COGEN.






Como o principal fórum de discussões anual e confirmando toda a sua magnitude, o ENASE 2015 levou grandes nomes para o evento em palestras e debates extremamente qualificados, com a presença ilustre do Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e do Secretário Executivo também do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata.


“A indústria – principalmente a eletrointensiva – precisará de energia mais competitiva para que sua produção também seja mais competitiva. Para isso, é necessária uma reengenharia do setor”
Declaração dada pelo Excelentíssimo Senhor Ministro do MME, Eduardo Braga, durante o ENASE 2015


Também estiveram presentes outros nomes de relevante peso para os processos decisórios do setor, como o Diretor Geral do ONS, Hermes Chipp, o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, Diretor Geral da Aneel, Romeu Rufino, e o Presidente do Conselho de Administração da CCEE, Rui Altieri.

 

7º Encontro Latino-Americano de Direito, Sociedade e Cultura

I Seminário de Direito Administrativo Contemporâneo

A ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO DA CIDADE

MAGISTRATURA E GESTÃO JUDICIÁRIA

HISTÓRIA ANTIGA E DIREITO. O CÓDIGO THEODOSIANO

DILEMAS ATUAIS DO JUIZ CRIMINAL

Exposição de Francisco Valle na galeria Urban Arts

Cor

A  galeria Urban Arts Belo Horizonte é palco da primeira exposição de artes geométricas de Francisco Valle. Intitulada “A forma da Cor”, a mostra reúne doze obras produzidas no ambiente gráfico computacional, sendo duas originais com intervenção em tinta a óleo e spray, que revelam as diversas combinações entre forma e cor.  

Linhas verticais, horizontais e transversais ganham vida na mão do artista. Estrategicamente posicionadas, as formas e as cores interagem entre si em uma verdadeira explosão de personalidade, emoção e energia. Sua arte é contemporânea e seu processo passa por diversas técnicas com uso de cores vibrantes, geometrização das formas e texturas.

As cores têm um papel fundamental no modo como o mundo é percebido. Seja no jeito de vestir ou de decorar, elas influenciam o cotidiano a todo momento. Com o intuito de transformar o mundo em um lugar mais alegre e colorido, o artista define a harmonia como peça chave de seu trabalho. “O processo de criação é um momento singular, onde sou completamente livre para expressar meus sentimentos. A intuição toma conta de mim. O meu único compromisso consiste em levar energia e alegria à vida das pessoas”, descreve Francisco.

A disposição das telas foi especialmente organizada para inserir o público dentro das geometrias de Valle. Segundo a curadora da exposição Georgia Lavorato, os quadros de Francisco Valle são obras que se bastam. “Quando você coloca uma peça na parede, ela mostra para que veio. Tem força própria e renova qualquer ambiente. O jogo de sombra e luz é fantástico. As formas simétricas e concretas da geometria se contrapondo ao calor e vivacidade das cores são provocações ao estado de espírito. É algo muito raro e que merece destaque.”.

Francisco Valle
Natural de Belo Horizonte, Francisco Valle é graduado em Comunicação com formação complementar em Belas Artes, ambos pela UFMG, e conta com o título de um dos artistas mais premiados da atualidade. Diretor de arte há quinze anos e artista digital há dois, o mineiro coleciona mais de 110 mil seguidores no Instagram e participações nas publicações mais importantes do mundo da arte, como a alemã Lurzers Archive e o livro American Illustration.

A Urban Arts BH
A Urban Arts é uma empresa contemporânea, jovem e vibrante, com uma proposta inovadora, de dar espaço para artistas independentes e, através de suas criações, espalhar arte acessível pelas casas e para a vida das pessoas. A pluralidade é palavra de ordem. São mais de 20.000 opções de prints, posters e objetos de design que vão da arte pop ao surrealismo, do urbano ao infantil, do abstrato à tipografia.  “Nosso principal objetivo é tornar o mundo mais colorido e alegre, por meio da arte que todos podem adquirir!”, completa Leonardo Salvo, proprietário da Urban Arts BH.

Endereço: R. Sergipe, 1171 – Savassi. Belo Horizonte
Observações: Informações: (31) 2555-4677
Valor: Entrada Gratuita
Horário: Segunda a sexta-feira, de 10h às 19h - Sábados, de 10h às 15h
Data final: 07/05/2016

Exposição: “Nuno Ramos - O Direito à Preguiça”

Carne

O Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte inaugurou dia 27 de abril de 2016 a exposição inédita “O Direito à Preguiça” do artista Nuno Ramos. Ao andar pelo pátio e salas do CCBB BH, o público vai se surpreender com elementos que emitem movimentos e sons, como sambas de Carmem Miranda e Nelson Cavaquinho; instalações que fazem a decomposição de jornais e até produzem cachaça. 

“Eu quis fazer aqui por causa desse pátio, que eu acho lindo. Meu anzol foi esse”, conta Nuno Ramos, encantado com o espaço no CCBB de Belo Horizonte.

Embora o “anzol” seja o encantamento com o lugar, a inspiração veio da obra que deu nome à exposição: “O Direito à Preguiça”, um texto do genro de Marx - Paul Lafargue. Trata-se de uma publicação que questiona a visão do trabalho como algo dignificante e benéfico, já que os operários de Paris tinham naquela época (1880) jornadas de trabalho que superavam as 12 horas diárias (por vezes estendendo-se até 17 horas). Lafargue discute o pecado capital e o ócio como direito. 

A instalação “O Direito à Preguiça (andaime-órgão)” que ocupará parte do pátio do CCBB traz um órgão-andaime, ou seja, um andaime que toca como um órgão, chegando a quase 15 metros de altura. Alguns dos tubos do andaime (entre 20 e 30) serão substituídos por tubos de órgão. Um compressor mandará ar ao longo do andaime, até encontrar os tubos adequados, fazendo com que toquem o "Samba de uma nota só”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Esta programação será feita através de um software computacional, desenvolvido especialmente para essa instalação, de forma a conseguir tocar essa música em loop. 

“Essa exposição tem um quê de protesto, é mais irritada. Há uma irradiação da ideia do “O Direito à Preguiça” para os outros momentos da exposição. Está tudo interligado”, diz Nuno, referindo-se às outras obras que compõem a mostra.

Assim, na exposição de Nuno Ramos no CCBB de BH estão palavras, vozes, sons, cantos, performances, gangorras, andaimes, elementos unidos por uma ideia em que se quer contestar o que aí está. 

Demais obras da exposição:

Paredes - O grito/José (parede 1)  - Laranja, vermelho, amarelo/ Pirata da perna de pau (parede 2) - Trata-se de dois aquários em formato de cunha que “entram” e deformam as paredes onde se apoiam, deformando-as também do outro lado. O espectador, assim, terá acesso aos dois lados dessas paredes. Em um dos lados, verá a estrutura de metal e vidro, com líquido e peixes, penetrando as paredes, duas dessas estruturas serão aquários com peixes dentro e a outra, a terceira, será escura, com nanquim dentro. A grande parede, que suporta, a ao mesmo tempo é deformada por estes aquários/cunhas terão também fileiras de falantes, que repetirão em looping o áudio de um leilão de arte numa grande casa de leilões (Sothebys). No audio, as seguintes obras são leiloadas: O Grito, de Edward Munch; Vermelho/Laranja /Amarelo, de Mark Rothko. São obras que alcançaram várias dezenas de milhões de dólares, em valores progressivos, numa contagem de milhões. O áudio é do leiloeiro, enunciando estes números. O verso dessa parede, terá um único falante, de onde será emitido um monólogo solitário. A idéia é criar um objeto estranho, uma cunha/aquário em grandes dimensões, com suficiente força material e simbólica para comprimir e atravessar toda a carga institucional das paredes de um Museu, que num lado respondem a esta compressão emitindo o canto da arte enquanto mercadoria (os valores de um leilão) e do outro o canto da arte enquanto produção de um imaginário (o monólogo de um artista).

“As paredes emitem esse leilão, como se fosse um grito. E do outro lado uma coisa bem singela, a voz de Drummond e um samba quase infantil de Braguinha (“Eu sou o pirata da perna de pau”...), fazendo o contraponto à agressividade do leilão. Esse é um trabalho bem esquisito, meio raivoso”, reflete Nuno.

Gangorras  - Vou partir - paraNelson 4 (gangorra 1) / Lá em Cascadura (gangorra 2) As obras apresentam a idéia de troca, de relação e equilíbrio entre elementos díspares. Em Gangorras, elementos sonoros (fala, canções) e materiais (vidro, cobre) serão postos em relação de equilíbrio físico sobre um trilho, apoiado no meio como uma gangorra. Na primeira Gangorra (Vou partir - para Nelson), o áudio de um filme com Nelson Cavaquinho falando e cantando será contraposto a uma pequena destilaria de cachaça, posicionada na outra ponta do trilho. “Serão 24 garrafas, 24 quadros do filme, um quadro por garrafa de cachaça. Será uma balança em equilíbrio”, detalha Nuno. Na segunda Gangorra (Lá em Cascadura), um samba de Carmem Miranda que diz “Isso não se atura/ lá em Cascadura”) será contraposto a uma espécie de liquidificador que baterá a polpa de jornais do dia. “É a notícia virando matéria de novo, voltando a ser uma coisa orgânica com o processamento dos jornais”, explica Nuno.

Hora da Razão (Choro negro 3) - Composta de três formas geométricas, em vidro, como paralelepípedos assimétricos e irregulares, que carregam a memória de túmulos e lápides, onde pousam sólidos feitos de breu. O vidro é aquecido nos pontos de contato com o breu, que escorre sobre a superfície do vidro e sobre o piso – num choro negro. Dentro dessas formas, o samba “Hora da razão”, do compositor baiano Batatinha, é entoado nas vozes de Rômulo Fróes, Eduardo Climachauska e Nina Becker, em monitores com a imagem dos intérpretes.

Confissões de uma máscara - Uma série de 17 desenhos que, inspirado pelo livro homônimo de Yukio Mishima, tematiza o jogo entre aparência e realidade, entre ator e máscara. 

No Sé  (O templo do sol) - A idéia da performance começa com a história “O templo do sol”, de Tintim (Hergé). Nela, o professor Girassol é sequestrado, por usar uma pulseira inca, e levado ao Peru. Tintim e o capitão Hadock vão atrás do amigo, e mostram sua foto aos índios, que respondem invariavelmente No SÉ. Embora Tintim seja sabidamente um projeto com conotação colonialista, este No Sé mostra resistência e ironia.

Na performance há dois “tapetes”. No primeiro, plantas e falantes formam um estranho jardim,  atravessando um tapete árabe, com motivos florais, com terra embaixo e a plantação (flores e falantes) em cima. Este tapete-jardim-caixa–de-som emite as respostas do ator, que se posiciona no segundo “tapete”, composto por uma fina camada de cal. O ator chega ao local da performance, despe-se e caminha até o tapete de cal. Nele, há um retângulo vazio, sem cal, com um microfone que vem do teto até a altura de um homem deitado. Ele se deita nesta marca vazia, cobre-se com cal e espera pelas perguntas. Uma cadeira inclinada com um toca-cd emite um número enorme de perguntasàs quais o ator responde, invariavelmente, e com entonações diversas, “No Sé”. O ator levanta-se ao final das perguntas (em torno de15 minutos) , caminha até o album do Tintim, aberto na página referida, e escreve No Sé sobre ela. Põe suas roupas e caminha para fora da sala.

A performance será mostrada em vídeo. 


Sobre o artista

Nuno Ramos nasceu em 1960, em São Paulo, onde vive e trabalha. Formou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo em 1982. Artista plástico e escritor, participou de diversas exposições coletivas, como a Bienal de Veneza de 1995 e a 29ª Bienal Internacional de São Paulo em 2010, em 2013 Moving – Norman Foster on Art, Carré d’Art Museu, Nîmes, França em  e em 2014 First Escape and Rescue Plan for the Rhine-Main Region, Künstlerhaus Mousonturm, em Frankfurt, Alemanha. 

Em suas exposições individuais, destacam-se Morte das Casas, Centro Cultural Banco do Brasil (2004), Nuno Ramos, Instituto Cultural Tomie Ohtake (2006), Mar Morto, Galeria Anita Schwarz, Rio de Janeiro (2009), ganhadora do Prêmio Bravo! - Melhor exposição do ano, Fruto Estranho, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2010), em 2012 O globo da morte de tudo, em parceria com Eduardo Climachauska, na Galeria Anita Schwartz, no Rio de Janeiro e 3 Lamas (Ai, pareciam eternas!), na Galeria Celma Albuquerque, em Belo Horizonte,  em 2014 Ensaio Sobre a Dádiva, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre e em 2015 Houyhnhnms, na Estação Pinacoteca em São Paulo. Ganhou diversos prêmios, incluindo o Grand Award (pelo conjunto da obra) – da Barnett Newmann Foundation (2007). 

Publicou em 1993 o livro Cujo, pela Editora 34, em 2000 Minha Fantasma, edição de autor, em 2001, O Pão do Corvo, Editora 34, em 2008, Ensaio Geral, Editora Globo, em 2009, Ó, Editora Iluminuras (ganhador do Prêmio Portugal Telecom de Literatura), em 2010 publicou O Mau Vidraceiro, Editora Globo, em 2011, Nuno Ramos, pela editora Cobogó e Junco, pela editora Iluminuras e em 2015 publicou Sermões, também pela Editora Iluminuras. Podemos encontrar ainda em sua produção gravuras, pinturas, fotografias, instalações, vídeos e canções.
Foto: Mário Grisolli

Coletiva Internacional na Galeria do PIC - Revelando Sonhos

No dia 3 de maio será inaugurada na Galeria de Arte do PIC Cidade a Coletiva Internacional - Suécia, França e Brasil “Revelando Sonhos”, de Alicia Larsson, Muriel Massin e Cláudia Coutinho. A mostra permanece aberta ao público até o dia 30 de maio de 2016, de segunda a sexta, das 8h às 20h; e aos sábados, das 8h às 18h, na Rua Cláudio Manoel, 1185 - Funcionários.

“Neste mundo caótico de incertezas, violências, guerras, fugas, desespero...num país em grande instabilidade política onde os fatos se revelam e nos desvelam, mantendo-nos atônitos, tensos, temerosos e desejosos de soluções pacíficas e justas... resta-nos a arte como forma de expressão das mais íntimas e profundas, enquanto permanece inviolável nosso direito de sonhar.

Na linguagem dos pincéis e espátulas, sobre a tela ou o papel,  nos revelamos a nós mesmos e ao outro, deixando fluir nossa verdade interior. E como disse nosso amigo e poeta espanhol, Juanjo Conejo, “Se te atreves a sonhar, não serás vencido. A paixão sobreviverá, continuará gritando, traspassará a fronteira do impossível e seguirá impulsionando-te sempre adiante, mesmo quando todos os demais tenham deixado de crer em ti.”

Lançamento do Livro: Inibição em Cena: não seja refém do olhar do outro

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O autor, psicoterapeuta e diretor da escola de atores Espaço Cênico Rick Alves lançará livroInibição em Cena: não seja refém do olhar do outro, da Crivo Editorial (Universo & Cidade), no dia 05 de maio, na Quixote Livraria e Café Biografias.
Dividido em quatro parágrafos, ou melhor, quatro fragmentos, como assinala o próprio autor, o livro traz reflexões várias sobre as possibilidades de ressignificar e dar novos registros para a inibição e a timidez por meio das intervenções do psicodrama e do teatro. A obra é o primeiro passo de um projeto maior do autor de divulgar o papel terapêutico das artes cênicas, aliadas à psicologia, no processo estrutural e constitutivo do indivíduo.
“O livro que se nos apresenta como diversos fragmentos vai dando sua tônica e fazendo com que esses pequeninos trechos reverberem em lugares desconhecidos nossos” – diz Lucas Maroca, um dos editores.
O autor se diz realizado com o livro e espera que cada um dos leitores possa encontrar nas páginas um pouco de experiência que agregue, seja na sua vida, seja no seu trabalho “Como me vejo neste livro... Desejo que o leitor, por meio da leitura, dê um passo no sentido de não ser refém do olhar do outro”.

O autor apresenta, agora, o seu o seu primeiro livro solo. Em um dos trechos do livro mostra a questão da importância da humanização do conhecimento para inibição:“Importa humanizar os conhecimentos aprendidos no decorrer da vida. Importa sair do papel de figurante (aquele que não tem fala, apenas marca presença no cinema, ou na TV), e se enxergar como protagonista. Importa saber que, neste caso, o roteiro a ser escrito é seu e único. Importa compreender o nosso papel de produtor e diretor. Importa reescrever os capítulos possíveis de serem vivenciados. Importa trazer para o nosso palco as pessoas que nos possibilitam realizar. Importa valorizar. Importa ser único. Importa ser o que se é”.
Rick Alves nasceu em São Paulo. Filho de mineiros passou parte da infância numa pequena cidade do interior de Minas Gerais: Malacacheta.
Dividiu sua infância entre São Paulo e Minas. Vive, atualmente, em Belo Horizonte no qual é diretor e fundador do Espaço Cênico, escola de atores. É professor na pós-graduação da Universidade Fumec. Pós-Graduado em Psicodrama e Psicologia Médica. Alia a estes conhecimentos outros estudos como cinema e psicanálise. No consultório, atende, principalmente, casos de fobia social e inibição, dentre outras demandas clínicas. Tem peças de teatro infantil publicadas pela Editora Paulinas.

Local: Livraria e Café Quixote
Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 274 – Savassi
Horário: A partir 18h - 05 de maio

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Exposição CHÃO

Um mergulho no universo singular e criativo da arte popular brasileira, evidenciando a força e a beleza que surgem dos insondáveis mistérios da imaginação humana. Essa é a proposta da CHÃO, exposição que marca o lançamento da galeria virtual homônima que reúne obras de artistas brasileiros como Francisco Graciano, José Bezerra, Aberaldo Santos, Antônio de Dedé, entre outros. A galeria possui um acervo de obras diversas de artistas já conceituados, mas de diferentes classificações, defendendo a arte antes de qualquer categoria. O evento de lançamento acontece no dia 03 de maio, às 19h, na Vila 211.

Na exposição, que acontece num charmoso espaço que remete à nostalgia das casas antigas da cidade, o público vai se deparar com esculturas de diversos tamanhos e cores que retratam bichos comuns do sertão como cachorros, pássaros, tatus, tamanduás, bichos-preguiça, jegues, cobras, além de bonecos, seres imaginários, carrancas, corpos e rostos, entre outros artefatos.
O processo criativo dos artistas é instigante. Zé Bezerra foi chamado em sonho para realizar seus trabalhos, Aberaldo esculpe figuras humanas com corpos propositadamente deformados e rostos expressivos, e Dedé produz peças que transmitem ao expectador sentimentos que vão da angústia ao humor irônico. Já Graciano, artista com maior número de obras na mostra, teve como inspiração seu pai, o artista Manuel Graciano, e desde criança fazia seus próprios brinquedos. Apaixonado pela natureza, ele cria esculturas em madeira de bichos do sertão de acordo com a sua imaginação. Graciano também mistura tintas coloridas como amarelo, vermelho e branco, dando às suas peças uma tonalidade única.

A CHÃO enfatiza a riqueza e a produtividade da arte dita "popular", realçando seu importante papel no cenário das artes visuais do país. A exposição, gratuita, pode ser conferida até 24 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h.



04 a 24 de maio de 2016
Segunda a sexta, das 10h às 19h, aos sábados, das 10h às 14h
Local: Vila 211
Rua Estevão Pinto, 211, Serra
Entrada gratuita

Roda de Conversa no Dia Internacional de Combate ao Assédio Moral


Assédio Moral-PR-4
Participantes confirmados(as):
Regina Dantas – Pró-Reitora de Pessoal (PR-4/UFRJ)
Luciene Lacerda – Psicóloga do Departamento de Bioética (IESC/UFRJ)
Raphael Pizzino – Diretor da Divisão de Direitos e Deveres  (PR-4/UFRJ)
Marisa Palácios – Professora do Departamento de Bioética (IESC/UFRJ)
Nathalia Pessoa – Advogada e Doutoranda do PPGBIOS
Data: 02/05/2016
Local: Auditório do ITCP (Incubadora Tecnológica), próximo à Prefeitura Universitária, em frente ao IESC/UFRJ.
Horário: 13h.

II Workshop Qualidade do Lugar e Cultura Contemporânea

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Ser e Habitar
OBJETIVOS:
– Promover o intercâmbio entre pesquisadores dos grupos de pesquisa voltados para a compreensão da experiência urbana na contemporaneidade bem como suas consequências sobre a vida coletiva;

– Construir estratégias para a criação de atividades conjuntas e multidisciplinares;
– Encorajar a exploração de metodologias comuns entre pesquisadores da rede;
– Divulgar as pesquisas e produções dos integrantes dos grupos de pesquisa envolvidos no projeto.
PÚBLICO ALVO:
Evento aberto para participação de docentes, pesquisadores e discentes de graduação e pós-graduação. Arquitetos, psicólogos e demais profissionais interessados na temática das cidades contemporâneas.

PROGRAMAÇÃO:
03 de Maio – Terça-feira
09:30 – Abertura
10:00 – Conferência: Marcio Tavares d’Amaral – ECO/UFRJ
12:00 – [Intervalo para almoço]
14:00 – Mesa Redonda: Perversões e Insolência na Cidade: Robert Moses Pechman – IPPUR/UFRJ; Luiz Antonio Baptista – Psicologia/UFF

04 de Maio – Quarta-feira
09:00 – Mesa Redonda: Territórios e Políticas Públicas: Giselle Azevedo – Arquitetura/UFRJ; Vera Tângari – Arquitetura/UFRJ; Irme Bonamigo – Psicologia/UNOCHAPECÓ
12:00 – [Intervalo para almoço]
14:00 – Mesa Redonda: Deslocamentos e Territórios: Marcia Moraes – Psicologia/UFF; Marilia Silveira – Psicologia/UFF; Vinicius Netto – Arquitetura/UFF; Denise de Alcântara – Arquitetura/UFF
17:00 – Encerramento

Seminário: Memória da Segunda Guerra Mundial no IFCS

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11ª edição do Ciclo de Debates sobre ESF

quinta-feira, 28 de abril de 2016

XI Encontro de Letras Orientais e Eslavas: “Olhares Plurais”

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Temos o imenso prazer de anunciar o XI Encontro de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ, a ser realizado nos dias 01 e 02 de junho de 2016. Promoveremos, como nos demais Encontros, uma programação com conferências, palestras, mesas-redondas e sessões de comunicações coordenadas. As comunicações podem atender à temática de pesquisas individuais na área de Letras Orientais e Eslavas.
Por meio desta circular, convidamos professores universitários, pesquisadores, pós-graduandos e alunos de graduação a submeterem propostas de trabalho à Comissão Organizadora e Científica do evento “OLHARES PLURAIS”, que propõe uma abordagem interdisciplinar dos contextos Orientais e Eslavos.
Dia(s): 01/06/2016 - 02/06/2016
Horário: 8:00 - 17:00
Local: Faculdade de Letras - UFRJ
Av. Horácio Macedo, 2151, Cidade Universitária, Ilha do Fundão.
Rio de Janeiro - RJ CEP

LEGADO ANDALUSÍ

LEGADO ANDALUSÍ da Cia. de Baile Flamenco Fátima Carretero “Oh! gentes de Al­Andalus que gozo el vuestro! Teneis água, sombra, rios y árboles el paraíso eterno no está sino em vuestras moradas, Y si hubiese que elegir com este me quedaria…” Ibn Jafaya, poeta hispanoárabe (1058­1138) 

A Cia. de Baile Flamenco Fátima Carretero, que completou 30 anos de existência, tem revisitado palcos e expandido sua presença a teatros, praças e cidades, com o Espetáculo “Legado Andalusí”. Por mérito de seu trabalho, recentemente, obteve o importante reconhecimento da Embaixada da Espanha, em Madri, passando a contar com o apoio cultural do Instituto Cervantes de Belo Horizonte. Sobre a montagem "Em uma história que começa há mais de mil anos atrás, no século oitavo da nossa era, chegam à Península Ibérica, árabes, berberes, egípcios, sírios, gentes da mais variada procedência, que se misturam aos habitantes romanos­visigodos e conformam Al­Andalus. 

Onde tem água brota um oásis, onde tem um oásis brota a vida. Em Al­Andalus encontram um lugar aprazível, uma natureza fértil, um vigoroso passado, e em Granada, a fonte da Vida. A água acalmou o ardor do guerreiro, e no tempo que brotavam flores e frutos, florescia uma civilização que foi luz durante séculos. Aquela luz segue entre nós, é o "LEGADO ANDALUSÍ". A herança Andalusí forma parte dos sinais de identidade da cultura espanhola e latino americana, nas suas mais diversas manifestações culturais. Viva, tanto na Europa como além mar, a Cultura Flamenca dialoga com outras manifestações ao redor do mundo. Recuperar essa herança, mesclá­la com a cultura brasileira e difundi­la, é o objetivo do espetáculo "LEGADO ANDALUSÍ", concebido por Carlos Carretero." Com referências da música moura e bailes mouriscos ­ presentes em todas as comemorações populares da região da Andaluzia, na Espanha ­ a montagem mistura bailes folclóricos com música gitana e caribenha. Uma versão “flamenca” de Noite de meu bem integra parte da coreografia, que conta com a participação de todas as bailarinas. As influências das raízes Ibéricas na cultura brasileira são visíveis na dança, no teatro e também no folclore. 

Em festas populares como Cavalhadas (Lutas de Mouros e Cristãos), cânticos em procissões religiosas (como nas festas de Nossa Senhora do Rosário e na procissão de São Sebastião, da região do Serro, em Minas Gerais), na batida dos atabaques e na literatura de Cordel, essa relação se mostra bastante evidenciada. Sobre a Cia. de Baile Flamenco Fátima Carretero Fundada em 1985, tem como proposta difundir a Cultura Flamenca. (*) Fátima Carretero ­ Diretora e Coreógrafa Nascida em Belo Horizonte, estudou balé clássico e integrou o Corpo de Baile da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Seguiu carreira Clássica, em cursos de ballet e coreografia no Teatro Colón de Buenos Aires. Então, começou seus estudos na dança espanhola, com Ivan Bravo (bailarino e coreógrafo espanhol, contratado para a montagem do espetáculo "Hispanidad" (Palácio das Artes, 1985), e com Miguel Medina (Diretor e coreógrafo de Coros y Danzas de Granada – Espanha), e, no Flamenco, com María Guardia Gómez "Mariquilla’’ (Catedrática de Flamencologia de la Universidad de Granada – Espanha), Juan Andrés Maya (Granada) e Manolo Marín, em Sevilla – Espanha. Em 1985, fundou a primeira Cia. de Baile Flamenco, com o artista plástico espanhol Carlos Carretero. Nesses 30 anos dedicados em prol da Cultura e à frente da Cia., fez a Direção Artística do Teatro do "La Taberna". 

Foi responsável pela coreografia da Ópera “Carmen”, com direção de Bibi Ferreira, e também foi coreógrafa da personagem Carmen, na Ópera dirigida por Carla Camurati. Inspirou, parte do seu trabalho, na obra do poeta espanhol Federico García Lorca, com destaque para "Romance del Amargo" (Poema del Cante Jondo ­ Diálogo del Amargo), e no poema "La cogida y la muerte" (extraído de Llanto por Ignacio Sánchez Mejías) para coreografar a música francesa "Boléro" (composição para balé, de Joseph­Maurice Ravel). Ambos, foram premiados em festivais de flamenco da Espanha. (*) Após tournée de 3 anos, participando de festivais culturais do Estado de Minas Gerais, com o Espetáculo "Legado Andalusí"​, que estreou, em Belo Horizonte, em agosto de 2014 (Teatro da Cidade), obteve sucesso de público e crítica na 41ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança 2015 (Teatro Francisco Nunes), em três apresentações consecutivas. 

A pedidos, retornou, em apresentação única, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em setembro do mesmo ano. Já na 42ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, agendou seis apresentações, iniciadas por Betim (Teatro Metropolitan Shopping Betim), Venda Nova (Teatro Shopping Estação BH) e, em seguida, Belo Horizonte (Cine Theatro Brasil Vallourec). Se em 2015, ao encerrar a 41ªCPTD­BH, alavancou a visibilidade da modalidade Dança, atraindo grande público, em 2016 inaugurou o acontecimento de eventos de dança da CPTD e colaborou para a formação de público ­ na participação de localidades da Grande BH na Campanha. Levadas ao palco do Cine Theatro Brasil Vallourec, as apresentações tornaram possível o acesso da grande plateia para ver o Espetáculo que figurou como o mais procurado, na modalidade, dentro da Campanha de Popularização. Encerrando as mais de quinze apresentações na Capital, que estiveram em cartaz em cinco teatros, apresentou­se no Teatro Alterosa. 

Enquanto prepara tournée nacional, Fátima Carretero se envolve em projetos internacionais, representando bailarinos brasileiros. A coreógrafa estuda inspirar­se em um tema popular, fundindo à Cultura Brasileira a percussão e emoção visceral do Flamenco para tais projetos, e para tanto, almeja compor todo o elenco, incluindo trilha e argumento, com artistas brasileiros. Carlos Carretero Pintor espanhol, reside no Brasil desde 1971. Possui uma vasta obra, tendo realizado várias exposições, no Brasil e na Espanha. Além das pinturas em óleo sobre tela, cria cenários, figurinos e ambientações para espetáculos artísticos e eventos, produz ilustrações para cartazes, programas, livros e discos, tendo obras pictóricas catalogadas na “História del Flamenco”, da Editora Tartesos. Amante do vinho e da gastronomia, ainda ministra cursos de degustação e de culinária espanhola com harmonização

PROGRAMAÇÃO de MAIO// Teatro SESI Centro

Memorial da América Latina recebe projeto "Circuito Consórcio Honda ao ar livre"

 Entre os dias 28 de abril e 08 de maio, a cidade de São Paulo receberá o projeto “Circuito Consórcio Honda ao ar livre”. A iniciativa, realizada pelo Instituto Base3 de Economia Criativa, com patrocínio do Consórcio Nacional Honda e apoio da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundação Memorial da América Latina, oferecerá atividades de lazer e entretenimento aos moradores e visitantes da capital.

O evento será realizado na Praça da Sombra do Memorial da América Latina, próximo à estação de metrô Barra Funda, em um espaço de 3 mil m². O local contará com uma sala de cinema a céu aberto, onde serão exibidas gratuitamente produções recém lançadas e grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro e internacional, conforme a programação abaixo.

Os interessados em assistir às exibições devem chegar com meia hora de antecedência e trocar um ingresso por 1 kg de alimento não perecível, doado, posteriormente, às Instituições filantrópicas de São Paulo. A entrada estará sujeita à lotação de público. O evento ainda terá uma praça de alimentação com food trucks, além de uma bomboniere, com pipocas e guloseimas na tenda principal, que será embalada por um DJ todos os dias.

Para mais informações acesse:
SERVIÇO
Circuito Consórcio Honda ao Ar Livre
Data: 28 de abril a 8 de maio
Local: Praça da Sombra do Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, próximo ao metro Barra Funda – São Paulo/SP)
Horário de funcionamento: de terça a quinta-feira - 15h às 22 horas| sexta-feira a domingo - 13h às 00 horas. Fechado na segunda-feira.
O consumo no local será somente por meio do pagamento em dinheiro.
O espaço possuirá acesso aos portadores de necessidades especiais.
Confira a programação dos filmes:
28/04- Quinta-feira
16h00- Love Story – Sessão Nostalgia (1h39)
18h00- O Quarto de Guerra (2h00)
20h30- Velozes & Furiosos 7 (2h17)
29/04- Sexta-feira
15h30- O Carteiro e o Poeta- Sessão Nostalgia (1h40)
17h30- Universidade Monstros (1h44)
19h30- WHIPLASH – Em Busca da Perfeição (1h47)
21h30- Capitão América – O Soldado Invernal (1h37)
30/04- Sábado
15h30- Minions (1h31)
17h15- Meu Malvado Favorito (1h38)
19h15- E.T. O Extraterreste – Sessão Nostalgia (2h00)
21h30- Intocáveis (1h52)
01/05- Domingo
15h30- O Rei Leão- Sessão Nostalgia (1h30)
17h15- Os Vingadores a era de Ultron (2h21)
20h00- Que Horas Ela Volta? (1h40)
22h00- Especialista em Crise  (1h48)
02/05- Segunda-feira
Fechado
03/05- Terça-feira
16h00- Mary Poppings- Sessão Nostalgia (2h14)
18h30- A Fantástica Fábrica de Chocolates (1h56)
20h40- Perfume de Mulher (2h37)
A programação após o dia 03 de maio será divulgada posteriormente.