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terça-feira, 31 de março de 2015

Brasil ainda utiliza pesticidas condenados pela OMS

Os jornais Correio Braziliense e Estado de Minas, na edição de domingo (29/3), publicaram reportagem na qual alertam para a liberação, no Brasil, de pesticidas condenados pela Organização Mundial da Saúde. Intituladas Os venenos nas mesas dos brasileiros, as matérias denunciam que a Agência Internacional de Pesquisas do Câncer, órgão da OMS, classificou cinco pesticidas como "provavelmente" ou "possivelmente" carcinogênicos. Desses, quatro são liberados no Brasil: glifosato, malation, diazinon e parationa metílica. “É preciso adotar o princípio da precaução. Conforme as pesquisas avançam, aparecem novas evidências contra os venenos”, disse o pesquisador da ENSP Luiz Cláudio Meirelles - fonte ouvida pela reportagem.

Correio Braziliense - Dos 5 pesticidas condenados pela OMS, 4 são usados com frequência no país


Leia a reportagem completa:
 

Os venenos na mesa dos brasileiros - Correio Braziliense e Estado de Minas
 
Dos cinco pesticidas condenados pela OMS, quatro são usados com frequência. Anvisapromete reavaliar liberação
 
Warner Bento Filho
 
Brasília - Agrotóxicos condenados pelaOrganização Mundial da Saúde (OMS) na última semana continuam liberados no Brasil, apesar de alertas de especialistas àAgência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem cabe a reavaliação dos venenos. A Agência Internacional de Pesquisas do Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão da OMS, classificou cinco pesticidas como "provavelmente" ou "possivelmente" carcinogênicos. Quatro deles são liberados no Brasil: glifosato, malation, diazinon e parationa metílica.
 
O glifosato, ingrediente ativo do herbicida Roundup, desenvolvido pela empresa Monsanto, é o veneno agrícola mais vendido no mundo. No Brasil, foram comercializadas, em 2013, 186 mil toneladas da substância, usada, principalmente, em lavouras de soja transgênica.
 
Em 2008, a Anvisa resolveu reavaliar a liberação do glifosato. Para isso, contratou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que reuniu sete especialistas para a elaboração de uma nota técnica. O documento entregue à Avisa condenava o uso do glifosato, com base em pesquisas científicas que indicavam o potencial cancerígeno. Até hoje, porém, o agrotóxico continua liberado e o consumo é crescente.
 
Por meio de nota, a Anvisa informou que não há prazo para a conclusão do processo, mas que o caso terá prioridade depois da divulgação do estudo do Iarc. "Seguramente, as conclusões do Iarc serão relevantes na conclusão da reavaliação", diz a nota.
 
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) informou que pautará o assunto no Conselho Consultivo da Anvisa. "É preciso finalizar urgentemente a reavaliação. Proibir seria o ideal", propõe a nutricionista do instituto Ana Paula Bortoletto. "Antes, se dizia que os agrotóxicos eram necessários para acabar com a fome no mundo. Hoje, sabemos que isso não é verdade", diz.
 
CONTROVÉRSIA A Monsanto nega que o glifosato cause câncer e garante que o produto é seguro para a saúde humana e para o meio ambiente. De acordo com o Iarc, há "evidências limitadas de carcinogenicidade em humanos" e "suficiente evidência de carcinogenicidade em animais". A classificação do glifosato como "provavelmente" cancerígeno pela agência se baseia em estudos desenvolvidos nos Estados Unidos, no Canadá e na Suécia. A Monsanto, no entanto, coleciona outras indicando a segurança do produto, incluindo análise do BfR, órgão alemão responsável pela liberação do glifosato na União Europeia, onde se lê que a decisão do Iarc foi "surpresa".
De acordo com o Iarc, o glifosato está ligado ao desenvolvimento de linfomas não-Hodgkin, que incluem mais de 20 tumores diferentes. OInstituto Nacional do Câncer (Inca) indica que o número de casos desse tipo de câncer duplicou em 25 anos. A médica toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello diz que o aparecimento do câncer pode ocorrer até 30 anos depois da exposição ao agente causador. Daí a dificuldade em fazer a relação.
 
A grande barreira, porém, no controle dos agrotóxicos, segundo especialistas, é a pressão econômica da indústria química. Esse mercado movimentou no Brasil R$ 13 bilhões em 2011, de acordo com estudo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). No mesmo ano, o orçamento da Anvisa, para bancar toda a estrutura e ações de fiscalização, foi de cerca de 3% desse total: R$ 400 milhões.
 
O ex-gerente de toxicologia da Anvisa Luiz Cláudio Meirelles foi exonerado do cargo em 2012, depois de denunciar irregularidades na liberação de agrotóxicos. "É preciso adotar o princípio da precaução. Conforme as pesquisas avançam, aparecem novas evidências contra os venenos."
 
Alerta ignorado
 
Os inseticidas Malation e Diazinon, classificados pelo Iarc como "provavelmente carcinogênicos para humanos", continuam sendo vendidos normalmente no Brasil. Além deles, a Parationa Metílica, classificada como "possivelmente carcinogênica", também está liberada, mas em reavaliação pela Anvisa. Nota técnica elaborada pela equipe da Fiocruz recomenda a proibição do uso do inseticida na agricultura e em outras atividades que ofereçam possibilidade de exposição humana.

Conferência Nacional de Saúde define nova data e lança regimento

O temático contará com oito eixos: Direito à Saúde, Garantia de Acesso e Atenção de Qualidade; Participação Social; Valorização do Trabalho e da Educação em Saúde; Financiamento do SUS e Relação Público-Privado; Gestão do SUS e Modelos de Atenção à Saúde; Informação, Educação e Política de Comunicação do SUS; Ciência, Tecnologia e Inovação no SUS, e Reformas Democráticas e Populares do Estado.

Apesar do adiamento da conferência, anteriormente marcada para novembro, as datas limites para as etapas municipais, distritais e estaduais continuam os mesmos. De 9 de abril a 15 de julho para os municípios e de 16 de julho a 30 de setembro para estados e Distrito Federal.

As primeiras mobilizações começaram com as plenárias populares regionais, de caráter não estrutural, mas como que já estão recolhendo propostas para as demais etapas. A plenária popular do Nordeste aconteceu em 13 e 14 de março, em Fortaleza (CE), e no último final de semana (21 e 22) foram realizadas as do sudeste, na cidade de São Paulo (SP), e a do sul, em Porto Alegre (RS). As plenárias do Centro-Oeste (Brasília/DF) e Norte (Belém/PA) estão marcadas para os dias 27 e 28 de março.

Para Luis Eugenio de Souza, presidente da Abrasco e também conselheiro do CNS, as plenárias populares são espaços legítimos que permitem a livre expressão dos mais diversos e segmentos da sociedade. “Infelizmente, os conselhos não contemplam a totalidade dos movimentos que atuam na sociedade. Muitos inclusive, com grande força e presença nos debates nacionais e da área da saúde, não têm assentos nos conselhos, o que faz das plenárias populares uma forma importante de ampliação dessa participação”, destaca ele, convocando todos os associados da Abrasco a buscar se inserir nas etapas. “Que sejam esses os primeiros passos para discutir e aprofundar no conjunto da sociedade as visões sobre a situação da saúde no país e de definir estratégias para a sua melhoria.

A expectativa de participação na 15ª Conferência Nacional de Saúde é de 3.248 delegadas e delegados eleitos pelas conferências de base, além 976 convidadas e convidados e 98 atores sociais por credenciamento livre, totalizando de 4.322 participantes, sem incluir nesse total profissionais envolvidos na produção, organização e cobertura de imprensa.

Após relembrar lutas, mulheres da ciência pedem reconhecimento

Pioneirismo, coragem, vanguarda e humanidade. Essas são algumas das qualidades das mulheres que foram destacadas para receber o Prêmio Fiocruz – Mulheres de Ciência e Humanidades pela sua atuação científica em distintas áreas do conhecimento e seu papel na construção institucional. As homenageadas de 2015 foram a presidente da Comissão da Verdade da Reforma Sanitária (CVRS) Abrasco-Cebes, Anamaria Testa Tambellini e Sonia Gomes Andrade, do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (CPqGM/Fiocruz Bahia). Este prêmio é concedido pelo Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça da Fundação e foi entregue durante o II Seminário Mulheres Fazendo Ciência, no dia 26 de março.
 
A palestra de abertura do seminário foi feita pela representante da Fundação Ford no escritório do Rio de Janeiro e ex-ministra Secretaria de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, que destacou a necessidade do país avançar na questão do combate à violência conta a mulher. “O fato de termos uma presidenta mulher não elimina do Brasil a vergonha de ser um dos países mais desiguais e com menor influência das mulheres nos parlamentos”, lamentou. Segundo Nilcéa, a violência contra a mulher, é o único tipo de agressão que, de certa maneira, é consentido pela sociedade, ou seja, que se alicerçou no consentimento social. 
 
A primeira homenageada do dia foi Sonia Gomes Andrade, do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (CPqGM/Fiocruz Bahia). Ela possui doutorado em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia e Pós-Doutorado pelo Instituto Pasteur de Lyon. Recebeu o título de Professor Emérito da Universidade Federal da Bahia. Durante a sua trajetória desenvolveu estudos em patologia experimental das doenças parasitárias, com ênfase na patologia e imunopatologia da Doença de Chagas e também trabalha em projetos sobre a patogenia da miocardiopatia crônica chagásica em diferentes modelos experimentais.
 
O prêmio de Sonia foi entregue pelo diretor Estadual da Fiocruz Bahia, Manuel Barral Neto. Em poucas palavras, ela agradeceu o carinho e disse estar muito feliz com a indicação que recebeu. Para homenageá-las, foi entregue uma escultura em cerâmica confeccionada especialmente para esta premiação a pedido da coordenadora do Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça, Elizabeth Fleury, pela artista Sonia Labouriau, de Minas Gerais. 
 
Quero flores
 
A pesquisadora aposentada da Fiocruz e da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma das fundadoras do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP), Anamaria Testa Tambellini, foi a segunda homenageada do dia. Anamaria possui doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado pela Universitá Degli Studi da Perugia. Tem experiência na área de Saúde Coletiva e na década de 1990 liderou a equipe que realizou um dos mais importantes trabalhos de assessoria técnica e científica ao movimento sindicato, denunciando, estudando e comprovando a contaminação de trabalhadores por metais pesados e outras substâncias prejudiciais à saúde humana. 
  
Atualmente, ela é preside a Comissão da Verdade da Reforma Sanitária, que tem por objetivo investigar as violações de direitos humanos praticados por agentes do estado (1964 – 1985) contra trabalhadores da saúde (técnicos, pesquisadores, docentes, administradores e auxiliares), de modo a compartilhar as informações e conhecimentos produzidos com outras entidades e instituições que partilhem dos mesmos objetivos e princípios e com a sociedade brasileira, em geral, de modo a contribuir para um projeto de sociedade democrática e justa.
 
Em seu discurso de agradecimento, Anamaria falou da sua história e explicou o porquê de ela estudar tantas frentes: “Eu sou uma pessoa que anda, caminha, sou curiosa. Não tenho fidelidades a temas. Não sou uma cientista ortodoxa. Trabalho com coisas pelas quais eu me apaixono. Sinto anseio, uma grande vontade de saber e um prazer enorme pelo trabalho. Isso é que me move”, disse ela, dizendo ainda que é assim porque acredita na possibilidade de um mundo melhor do que o que vivemos hoje, que tenha equidade em todos os níveis, e acredita em um governo que leve em conta a necessidade de todos e cada um. O prêmio de Anamaria foi entregue pelo diretor da ENSP, Hermano Castro.  
 
Anamaria encerrou a homenagem lendo um poema de Giovanna Belle, uma lutadora sandinista, intitulada Oito de Março. Ela ressaltou que a leitura da poesia é para homenagear todas as mulheres que são merecedoras de todos os prêmios e, principalmente, de todas as flores. 
 
Oito de março
(Gioconda Belli)
 
Amanhece com cabelos longos o dia curvo das mulheres. 
Que pouco é só um dia, irmãs, que pouco, para que o mundo acumule flores frente às nossas casas. 
Do berço onde nascemos à tumba onde dormiremos – toda a rota atropelada de nossas vidas – deveriam pavimentar de flores para celebrarmos. Que não nos façam como à Princesa Diana que não viu, nem ouviu as ruas floridas de prostadas de pena de Londres. 
Nós queremos ver e cheirar as flores.
Queremos flores dos que não são se alegram quando nascemos mulheres, em vez de homens;
Queremos flores dos que nos cortam o clitóris e dos que nos enfaixam os pés;
Queremos flores de quem não nos mandou à escola para cuidarmos de nossos irmãos e ajudarmos na cozinha;
Flores daquele que se meteu em nossas camas de noite e nos tapou a boca para nos violar enquanto nossas mães dormiam.
Queremos flores de que nos pagou menos pelo nosso trabalho mais pesado e de quem nos demitiu quando se deu conta de que estávamos grávidas.
Queremos flores dos que nos condenaram à morte obrigando-nos a parir mesmo com nossas vidas em risco.
Queremos flores daqueles que se protegem dos maus pensamentos nos forçando a usar véus e cobrir nossos corpos.
Dos que nos proíbem de sair às ruas sem a escolta de um homem.
Queremos flores dos que nos queimaram por sermos bruxas e dos que nos enceraram por sermos loucas.
Queremos flores dos que nos bate, dos que se embebedam, dos que bebem e gastam o dinheiro de nossa comida do mês.
Queremos flores das que fazem intrigas e levantam boatos.
Flores das que não mostram piedade para com suas filhas, suas mães e suas noras e das que carregam veneno no coração contra as do seu mesmo gênero. 
Então, muitas flores seria necessário para secar os pântanos úmidos, onde a água de nossos olhos faz lodo;
areia movediça, nos traçando e esculpindo, da qual, tenazes, uma a uma, teremos que surgir.
Amanhece com cabelos longos o dia curvo das mulheres. Queremos flores hoje! O quanto nos for de direito. O jardim do qual nos expulsaram.

WILMAR SILVA DE ANDRADE HOMENAGEIA A POESIA DE GUINÉ-BISSAU NO MM GERDAU


Sarau poético terá a leitura de obras e exibição de documentário em videopoesia de 19 artistas
guineenses, clássicos e alternativos. Quinta-feira, 2 de abril, às 19h30, com entrada franca

Para a programação cultural Toda Quinta e Muito Mais..., o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, promove na quinta-feira, 2 de abril, às 19h30, mais uma edição do Café com Poesia com Wilmar Silva de Andrade, que desta vez presta homenagem à poesia africana de língua portuguesa. Em “Portuguesia Guiné-Bissau”, o artista, juntamente com a convidada Andréia Oliveira, percorre os versos de autores guineenses clássicos e alternativos. O evento será no MMM Café – localizado dentro do Museu –, com entrada franca.

Além de leituras de poemas, inclusive com a participação do público, o sarau “Portuguesia Guiné-Bissau” contempla a exibição do documentário em videopoesia com 19 poetas guineenses, clássicos e alternativos, ainda em atividade. Entre eles, Agnelo RegallaAtchó ExpressCarlos NecoFélix SigáFrancisco José FadulGabriel IéHuco MonteiroLourenço da SilvaMaria FilomenaMaurício Mané e Odete Costa Semedo. A película foi gravada por Wilmar em Guiné-Bissau, na África Ocidental, durante suas viagens de pesquisa sobre a poesia lusófona. “Para um país economicamente pobre e com diversos problemas, percebi que a poesia é um alento para estes autores estarem vivos. Ela se torna a saída, a chama de esperança”, considera Wilmar.

A viagem do artista, entre 2008 e 2009, fez parte do projeto do livro em DVD Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua, antropologia de uma poética (Anome Livros, 2009), uma contraantologia com 101 poetas de Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Brasil (Minas Gerais). Sob orientação do professor Rogério Barbosa, a mestranda em linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) Andréia Oliveira pesquisa a obra lançada por Wilmar Silva de Andrade. “O livro propõe um novo processo de formulação e circulação da obra, tanto pelo título quanto pela seleção de poemas e poetas. Essa coletânea não se prende à temática, à autoria ou período, pois coloca como centro de notoriedade a palavra, logo, a poesia”, comenta ela.

Wilmar Silva de Andrade
O curador do projeto Café com Poesia do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal nasceu em Rio Paranaíba (MG). É poeta, performer, editor e multiartista. Sua poesia já foi traduzida e publicada em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, finlandês e húngaro. Em projeto de pesquisa sobre a poesia lusófona, reuniu a obra de mais de cem autores do Brasil (Minas Gerais), Portugal, Guiné-Bissau e Cabo Verde. É o fundador e editor da Anome Livros, que recebeu o Prêmio Jabuti em 2009. É o criador da Poesia Biossonora, apresentada no Brasil e em outros países das Américas, Europa e África, além de curador do projeto Terças Poéticas, em Belo Horizonte.

A programação cultural Toda Quinta e Muito Mais... é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet), do Ministério da Cultura, com patrocínio da Gerdau.

SERVIÇO

Café com Poesia – Sarau Portuguesia Guiné-Bissau, com Wilmar Silva de Andrade e Andréia Oliveira
  • Data: 2 de abril de 2015, quinta-feira
  • Local: MMM Café – MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal
  • Horário: 19h30
  • Entrada franca


MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal
Com 18 salas e 44 atrações, o MM Gerdau abriga um importante acervo sobre mineração e metalurgia. Usa recursos tecnológicos para destacar, de forma lúdica e interativa, a importância dos metais e minerais no cotidiano das pessoas. Além disso, marca a relação entre a história e as expressões culturais de Minas Gerais com a riqueza de seus recursos naturais. O Museu foi aberto ao público em 22 de junho de 2010 e desde 1º de dezembro de 2013 está sob a gestão da Gerdau, líder no segmento de aços longos das Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais no mundo. O MM Gerdau integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade e ocupa o antigo edifício da Secretaria de Estado da Educação, inaugurado em 1897 e tombado pelo Iepha/MG. O projeto de ampliação e adequação do prédio é do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A museografia é assinada por Marcello Dantas. O MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal tem o certificado de excelência do TripAdvisor e foi a primeira instituição museológica do Brasil a receber a certificação do Instituto Herityem gestão da qualidade do patrimônio cultural.

Endereço: Praça da Liberdade S/N, Prédio Rosa - Funcionários
Telefone: (31) 3516-7200

Funcionamento: Terça a domingo, das 12h às 18h (quinta, das 12h às 22h)

Inscrições abertas para a Mostra Competitiva do Festival Home Theatre

Atores e diretores de todo o Brasil poderão inscrever cenas de até 20 minutos de duração
A terceira edição do Festival Home Theatre - Festival Internacional de Cenas em Casa-, que acontecerá entre os dias 20 e 31 de maio, está com inscrições abertas para a Mostra Competitiva de cenas até o dia 10 de abril. As cenas devem ter até 20 minutos e apenas 1 artista atuando. Idealizado pelo escritor, diretor teatral e cineasta Marcus Vinicius Faustini, o projeto leva teatro para casas de pessoas comuns, fazendo com que o público passe a ser um agente criador.

A equipe do Festival receberá os vídeos e currículos dos participantes e selecionará as cenas que se apresentarão no Festival. Ao final das apresentações ainda ocorrerão conversas entre público e artistas com temas pertinentes à obra. A proposta é criar um ambiente de convivência, favorecendo a aproximação do público com o processo de construção de uma cena teatral. Todas as cenas selecionadas concorrerão a 10 mil reais distribuídos em prêmios.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site http://www.festivalhometheatre.com.br

Abertura de exposição | Rodrigo Braga, Tombo

Sebrae-RJ convida para o ITCE Road Show - Conexões para Competitividade

Programação de abril do Teatro SESI Centro

Exposicao Imagetica, de Ana Vitoria Mussi | Abertura 1 ABR

Encontro exclusivo com Marcella Bricchi no CasaShopping


Fórum Potência Brasília

Convite para o lançamento do catálogo fílmico Idade Média no Discurso Fílmico

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WILMAR SILVA DE ANDRADE HOMENAGEIA A POESIA DE GUINÉ-BISSAU NO MM GERDAU



Sarau poético terá a leitura de obras e exibição de documentário em videopoesia de 19 artistas
guineenses, clássicos e alternativos. Quinta-feira, 2 de abril, às 19h30, com entrada franca

Para a programação cultural Toda Quinta e Muito Mais..., o MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, promove na quinta-feira, 2 de abril, às 19h30, mais uma edição do Café com Poesia com Wilmar Silva de Andrade, que desta vez presta homenagem à poesia africana de língua portuguesa. Em “Portuguesia Guiné-Bissau”, o artista, juntamente com a convidada Andréia Oliveira, percorre os versos de autores guineenses clássicos e alternativos. O evento será no MMM Café – localizado dentro do Museu –, com entrada franca.

Além de leituras de poemas, inclusive com a participação do público, o sarau “Portuguesia Guiné-Bissau” contempla a exibição do documentário em videopoesia com 19 poetas guineenses, clássicos e alternativos, ainda em atividade. Entre eles, Agnelo RegallaAtchó ExpressCarlos NecoFélix SigáFrancisco José FadulGabriel IéHuco MonteiroLourenço da SilvaMaria FilomenaMaurício Mané e Odete Costa Semedo. A película foi gravada por Wilmar em Guiné-Bissau, na África Ocidental, durante suas viagens de pesquisa sobre a poesia lusófona. “Para um país economicamente pobre e com diversos problemas, percebi que a poesia é um alento para estes autores estarem vivos. Ela se torna a saída, a chama de esperança”, considera Wilmar.

A viagem do artista, entre 2008 e 2009, fez parte do projeto do livro em DVD Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua, antropologia de uma poética (Anome Livros, 2009), uma contraantologia com 101 poetas de Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Brasil (Minas Gerais). Sob orientação do professor Rogério Barbosa, a mestranda em linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) Andréia Oliveira pesquisa a obra lançada por Wilmar Silva de Andrade. “O livro propõe um novo processo de formulação e circulação da obra, tanto pelo título quanto pela seleção de poemas e poetas. Essa coletânea não se prende à temática, à autoria ou período, pois coloca como centro de notoriedade a palavra, logo, a poesia”, comenta ela.

Wilmar Silva de Andrade
O curador do projeto Café com Poesia do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal nasceu em Rio Paranaíba (MG). É poeta, performer, editor e multiartista. Sua poesia já foi traduzida e publicada em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, finlandês e húngaro. Em projeto de pesquisa sobre a poesia lusófona, reuniu a obra de mais de cem autores do Brasil (Minas Gerais), Portugal, Guiné-Bissau e Cabo Verde. É o fundador e editor da Anome Livros, que recebeu o Prêmio Jabuti em 2009. É o criador da Poesia Biossonora, apresentada no Brasil e em outros países das Américas, Europa e África, além de curador do projeto Terças Poéticas, em Belo Horizonte.

A programação cultural Toda Quinta e Muito Mais... é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet), do Ministério da Cultura, com patrocínio da Gerdau.

SERVIÇO

Café com Poesia – Sarau Portuguesia Guiné-Bissau, com Wilmar Silva de Andrade e Andréia Oliveira
  • Data: 2 de abril de 2015, quinta-feira
  • Local: MMM Café – MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal
  • Horário: 19h30
  • Entrada franca


MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal
Com 18 salas e 44 atrações, o MM Gerdau abriga um importante acervo sobre mineração e metalurgia. Usa recursos tecnológicos para destacar, de forma lúdica e interativa, a importância dos metais e minerais no cotidiano das pessoas. Além disso, marca a relação entre a história e as expressões culturais de Minas Gerais com a riqueza de seus recursos naturais. O Museu foi aberto ao público em 22 de junho de 2010 e desde 1º de dezembro de 2013 está sob a gestão da Gerdau, líder no segmento de aços longos das Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais no mundo. O MM Gerdau integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade e ocupa o antigo edifício da Secretaria de Estado da Educação, inaugurado em 1897 e tombado pelo Iepha/MG. O projeto de ampliação e adequação do prédio é do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A museografia é assinada por Marcello Dantas. O MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal tem o certificado de excelência do TripAdvisor e foi a primeira instituição museológica do Brasil a receber a certificação do Instituto Herityem gestão da qualidade do patrimônio cultural.

Endereço: Praça da Liberdade S/N, Prédio Rosa - Funcionários
Telefone: (31) 3516-7200
Funcionamento: Terça a domingo, das 12h às 18h (quinta, das 12h às 22h)
Entrada franca

Osteoporosis 2015: Remember to book your place

MA Healthcare Limited3rd national conference:
Osteoporosis 2015
London, 21st May 2015
Manchester, 28th May 2015
Osteoporosis London 2015 and Osteoporosis North West 2015 aim to provide understanding of the current challenges and issues in tackling this condition and are designed for all specialists and trainees working in the field of elderly care, rheumatology and endocrinology, wishing to update and extend their knowledge.

Confirmed speakers are: Dr Nicola Peel, Dr Emma Clark, Dr Richard Keen, Dr Kassim Javaid, Dr Gavin Clunie, Dr Shelagh O’Riordan, Dr Neil Gittoes, Dr Michael Stone, Dr Antony Johansen, Professor Jonathan Tobias, Dr Terry Aspray, Dr David Bourne, Mayrine Fraser, Professor Juliet Compston, Professor Peter Selby, Dr Jonathan Treml& Dr Stephen Tuck.
Osteoporosis London 2015 takes place on 21st May in central London. Click here for the Osteoporosis London 2015 programme.

Osteoporosis North West 2015 takes place on 28th May in Manchester. Click here for the Osteoporosis North West 2015 programme.
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We look forward to welcoming you in May 2015 in London or Manchester.

No CasaShopping, um encontro sobre justiça


  
  
 
  
 

Galpão Gamboa recebe o infantil "O moço que casou com a megera"

Espetáculo da Cia de Teatro Medieval é uma adaptação dos contos "A megera domada", de Shakespeare, e "O moço que casou com mulher braba", do espanhol Don Juan Manuel
A transformação do comportamento humano é o tema principal do espetáculo "O moço que casou com a megera". Em cena, uma mulher braba, uma verdadeira megera, se transforma em uma mulher extremamente dócil. Com texto de Marcia Frederico e direção de Fabianna de Mello e Souza, a peça terá apresentações no projeto Gamboavista, doGalpão Gamboa, nos próximos dias 04 e 05 de abril (sábado e domingo), às 16 horas.

Gamboavista tem curadoria do ator e diretor Cesar Augusto e direção artística de Marco Nanini e Fernando Libonati. O projeto vai até o mês de maio e conta com espetáculos teatrais (adultos e infantis) e shows.

O moço que casou com a megera

Uma adaptação inédita, "O moço que casou com a megera" mistura duas histórias: "O moço que casou com mulher braba", um conto medieval do escritor espanhol Don Juan Manuel, e "A megera domada", de William Shakespeare.No elenco, Diego Braga, Marcia Frederico, Marnei Kaufmann e Rogério Freitas.

O espetáculo reflete sobre a ideia de transformação do humano e a ótica que cada época atribui a esta capacidade. No primeiro texto, tipicamente medieval, o modelo é mais simplista e o uso da "violência" é uma importante "arma" educativa. Neste caso, o moço faz um "teatro", uma farsa e se finge de louco falando com os animais e os matando quando não o obedecem; diante da crescente violência, a mulher resolve atender às solicitações do marido antes que tenha a mesma sorte dos bichos. Já o mesmo não se dá com a mãe da moça, que é muito pior que ela, pois, como dizia o Conde Lucanor: "Sê firme desde o início com as mulheres, senão, não poderás quando quiseres"... Ou seja, "é de cedo que se torce o pepino", a ideia de que educação só é eficaz quando é constante desde a infância ou, neste caso, desde que se constrói uma nova relação.

No segundo texto, o de Shakespeare, os tempos eram outros; o renascimento trazia o homem para o centro do universo e o grande gênio da dramaturgia construía personagens com mais densidade psicológica e tridimensional, não apenas uma alegoria, um arquétipo, como nos tempos medievais. Neste caso, fica a dúvida no texto final de Catarina, a megera domada, se ela de fato mudou, ou se também resolveu entrar no jogo da farsa criado por Petruccio, o moço, e assim ele pensa que está mandando e ela finge que obedece.

Com olhares mais românticos, alguns atribuem à força do amor à possibilidade de mudança do ser humano; ou seja, ocorreu entre o casal uma espécie de "amor à primeira vista" que teria dado ao moço a resolução de, mesmo contra todos, manter sua ideia de se casar com tal mulher, e, a ela, mesmo sendo como é, agir de forma diferente para "manter" o casamento.

Para a criança fica a divertida brincadeira da farsa, que é o teatro dentro do teatro, em que ela percebe o jogo que um personagem faz, achando que está ludibriando o outro, e ela, como espectador, é cúmplice desta deliciosa brincadeira que é o teatro.

"Quantas ‘Catarinas’ não encontramos por aí? Crianças consideradas geniosas, de temperamento forte, que deixam os pais enlouquecidos sem saber como "domar" essas pequenas "ferinhas". Quantos pais não cansam de repetir que criaram iguais a todos os filhos e não entendem porque são tão diferentes? E quantos irmãos não escutam os adultos comparando um com o outro? Estas e muitas outras questões fazem com que a atualidade da peça O Moço que Casou com a Megera ofereça muitas reflexões, de forma muito divertida, é claro!", comenta Marcia Frederico.

A Companhia
A Companhia de Teatro Medieval comemora quase 25 anos de carreira. E, há mais de 25 anos, Marcia Frederico, uma das integrantes da Cia., encenou um dos textos desta adaptação, a farsa medieval "O moço que casou com mulher braba", ainda estudante da CAL, sob a batuta do crítico e professor de teatro Yan Michalski. Dizia ele que as farsas medievais serviram de inspiração para muitos autores como Shakespeare, Molière e tantos outros, e ela, bebendo nesta fonte, traçou sua trajetória. De lá pra cá nasceu a Cia. que percorreu muitos caminhos e, nos últimos anos, se dedicou a levar o seu teatro a todos os cantos do país.

Composta por Marcia Frederico, Heloisa Frederico e Marcos Edom, a Companhia de Teatro Medieval, desde o início, não pensa um teatro que se convencionou para "crianças"; pensa em um teatro que possa trazer toda a família para uma experiência com a arte, com a cultura, com outras épocas e histórias.

Ficha técnica
Texto: Marcia Frederico
Direção e preparação corporal: Fabianna de Mello e Souza
Elenco:
Diego Braga - ator coringa
Marcia Frederico - Catarina, a megera, e mãe de Catarina
Marnei Kaufmann - Petrucchio
Rogério Freitas - Pai de Catarina
Produção: Marcia Frederico
Direção de arte (cenário, figurino e adereços): Heloisa Frederico
Trilha sonora original: Roberto Alemão Marques
Iluminação: Fábio Schuenke

Serviço:
Datas: 04 e 05 de abril (sábado e domingo)
Horário: 16 horas
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Classificação: Livre
Tempo de duração: 50 minutos
Ingressos: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)/R$ 2 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)
Vendas de ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

PRINCIPIO DA PUBLICIDADE, TRANSPARENCIA E DIREITO À INFORMAÇÃO



A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ, o Presidente do Fórum Permanente de Estudos Interdisciplinares, Ética e Deontologia, do Exercício da Jurisdição e das Funções Essenciais da Justiça, Des. Elmo Arueira e o Presidente do Fórum Permanente de Direito à Informação e de Política de Comunicação Social do Poder Judiciário CONVIDAM os Magistrados, Promotores de Justiça, Procuradores do Estado e do Município, Defensores Públicos, Advogados, Estagiários da EMERJ, servidores e demais interessados para a Reunião do Fórum, a realizar-se no dia 15 de abril de 2015, de9h30min às 12 horas, no Auditório Desembargador Joaquim Antônio de Vizeu Penalva Santos, situado na Rua Dom Manuel nº 25 – 2º andar – Centro, RJ, na EMERJ. O tema versará sobre: “PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE, TRANSPARÊNCIA E DIREITO À INFORMAÇÃO”, conforme a programação abaixo:
Abertura:
Des. Elmo Arueira
Presidente do Fórum Permanente de Estudos Interdisciplinares

Palestrante:
Des. Fernando Foch
Desembargador do TJERJ
Presidente do Fórum Permanente de Direito à Informação e de Política de Comunicação Social do Poder Judiciário
Membro da Comissão Mista de Comunicação Institucional – TJERJ

Debatedor:
Des. Cláudio dell’Orto
Mestre em Direito e Professor da PUC-RIO
Desembargador do TJERJ
Diretor-Presidente da Escola Nacional da Magistratura – ENM/AMB

Serão concedidas horas de estágio pela OAB/RJ.
Poderão ser concedidas horas de atividade de capacitação pela Escola de Administração Judiciária aos serventuários que participarem do evento (de acordo com a Resolução nº 13/2013 art. 4º, incisos I e II e art. 5º do Conselho da Magistratura).

Informações Secretaria: 3133-3369/3133-3380
Inscrições: Exclusivamente pelo site da EMERJ - www.emerj.tjrj.jus.br

Convite da Embaixada Americana no Brasil. Visit USA 2015

Observação de Júpiter marca abertura do Terraço Astronômico no Espaço do Conhecimento UFMG

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O gigante, de perto
Observação de Júpiter marca abertura do Terraço Astronômico no Espaço do Conhecimento UFMG

Amantes do céu podem comemorar: no mês de abril o Terraço Astronômico do Espaço do Conhecimento UFMG será reaberto para visitação do público. Localizado no quinto andar do museu, um teto retrátil permite a observação de corpos celestes e, devido à necessidade de pouca nebulosidade durante as atividades, o ambiente é aberto apenas no período seco do ano. 

Em 2015, a temporada de observação com telescópio começa dia 09 de abril, com a visualização do planeta Júpiter. Como de costume, o acesso é permitido mediante a retirada de senha individual na recepção do museu e a entrada é gratuita. 

Nos dias de observação, 120 senhas são distribuídas por ordem de chegada, a partir das 17h30. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Formação de Analista de Ouvidoria

Godard, Truffaut e Oriente Médio


 
Jean-Luc Godard e François Truffaut
Exibição de documentários + bate-papo   
Alberto Flaksman

Dois cineastas que revolucionaram a forma de pensar e fazer cinema. Dois jornalistas e críticos que se tornaram diretores. Dois amigos e parceiros que cortaram relações publicamente. São muitas as histórias que revelam Jean-Luc Godard e François Truffaut, gênios por trás da nouvelle vague, movimento que rompeu com a tradição do cinema francês e criou um estilo mais autoral.
A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o Canal Philos TV, realiza um ciclo com sessões de documentários seguidas de um bate-papo relacionado ao tema. Nessa edição, serão exibidos os documentários Jean-Luc Godard, dirigido por Shane O'Sullivan, eFrançois Truffaut, de Lyndy Saville. Depois, Alberto Flaksman conversa sobre a vida e as principais obras desses dois importantes criadores. 

30 de março • Segunda-feira, às 17h • 1 aula
Evento gratuito, sujeito à lotação da sala
Favor chegar até 30 minutos antes do evento
Inscrições pelo telefone (21) 2227-2237
  
As origens do Oriente Médio contemporâneo
Do Império Otomano aos Estados-nacionais   
Paulo Gabriel Hilu

O professor Paulo Gabriel Hilu deu um elogiado curso no semestre passado sobre religião, civilização e política no Islã. A pedido dos alunos, ele apresenta neste semestre um panorama da formação do Oriente Médio contemporâneo a partir do século XIX, abrangendo o Império Otomano, seu esfacelamento, o período colonial, a formação dos Estados-nações e os conflitos na região. 

Início: 31 de março • Terças-feiras, às 20h • 4 aulas • R$ 500