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domingo, 31 de março de 2013

Exposição "Arte Africana e Tecnologia Digital"


 


Abrindo as comemorações pela Independência do Senegal – que acontece em abril , o Centro Cultural Casa África abre a exposição “Arte Africana e Tecnologia Digital”, do estilista senegalês Mame Cheikh Ibrahima Fall, conhecido internacionalmente como Deugs. Complementando o evento, será aberto o bazar de artigos africanos. A exposição e o bazar, ambos com entrada gratuita, se estende até final de maio.
Com esse trabalho, recém-apresentado no Espaço Cultural Círcolo de Criação, em Búzios, Deugs objetiva mostrar a fusão entre a arte e a tecnologia. Nela, monitores de vídeo são inseridos em esculturas de madeira, feitas por artistas senegaleses.
No bazar, além de peças da “Deugs”, grife homônima do estilista, que já trabalhou com Hugo Boss, estão bijuterias, artigos para casa, telas, tecidos e roupas femininas, infantis e masculinas confeccionadas por artesãos senegaleses. A exposição e o bazar ficam até maio no Centro Cultural Casa África.


15 de março a 31 de maio de 2013
Horário: de acordo com o funcionamento do Baobar (terça a sábado das 18 às 0h e domingo das 12h às 18h) ou com agendamento
Local: Centro Cultural Casa África
Rua 28 de setembro, 476 – Esplanada
Info e reservas: 3653-4244 / 9185-2428

Exposição "Acerca de"



“Acerca de” traz materiais inusitados como réguas de currais velhos, desgastadas pela chuva, queimadas pelo sol e recobertas pela fuligem do tempo e farpas de arame farpado enferrujado representam as divisões e separações usadas como limite ao movimento do gado, e que aqui são reconstruídas e acrescidas de pinceladas de pigmentos que interagem com a fuligem, a ferrugem, o lodo e as marcas do tempo, representando a imposição de limites ao homem. Como os limites impostos ao gado preso em currais.
Trata-se uma tentativa de fazer valer um diálogo entre o suporte, as marcas do tempo, a pintura e a imagem, ou seja, a apresentação de uma nova abordagem do emprego e uso das tintas, bem como a pesquisa inusitada do suporte a dialogar com o tema proposto. São feitas desconstruções de currais velhos e a reconstrução dos demônios do homem.

08 a 31 de março 2013
Diariamente das 10h às 20h
Local: Museu Inimá de Paula
Rua da Bahia, 1201 – Centro
Entrada Franca

Exposição "Aplique da Carne"


Alexandre Vogler

A Funarte MG apresenta o espetáculo multimídia “Aplique de Carne”, lenda urbana, criada pelos artistas Alexandre Vogler, Botika e Paulo Tiefenthaler. Resultado da reunião de artistas cariocas que atuam em diferentes categorias das artes, reconhecidos na cena contemporânea por trabalhos que vão da música às artes plásticas, compreende exposição, no período de 07 de março a 21 de abril.

Aplique é uma menina que fugiu da barriga da mãe para seguir vitórias régias incandescentes e nadou durante dias pelo Rio Amazonas, amparada e nutrida por arraias, até ser deixada na beira do rio para ser criada por um casal sem filhos. Crescida, a menina tem uma revelação através de um sonho e, ao acordar, percebe que é diferente de todas as mulheres: ela possui gigantescos lábios vaginais.

Apresentada como escultura viva, a personagem Aplique atua como bandleader do concerto de rock que acontece dentro da estrutura instalativa. As composições de sua banda, a grande prótese de látex, os slide shows, videografismos e fotos criam as camadas de compreensão da ficção, assim como o catálogo da performance, apresentado como livro infantil com ilustrações de Alexandre Vogler. Serão produzidos ainda vinis originais com as músicas e narrações e serigrafias por todo o espaço cênico.

A prótese que caracteriza a personagem, construída em látex, mede 4 metros de diâmetro e é adaptada ao corpo da atriz. Ela constitui a escultura central da instalação. Enquanto projeções reproduzem ensaio foto-videográfico de Aplique num contexto ambiental (Floresta da Tijuca), vinis com composições musicais criadas especialmente para o projeto e publicações (livros infantis Aplique) são disponibilizadas aos visitantes.

Próteses menores serão usadas por três atrizes que constituem a banda de rock e atuam também como músicas no concerto. Extratos das performances serão veiculados em monitores dentro da instalação. Um ambiente escolar típico da região Ribeirinha do Amazonas, um lago com Vitórias Régias e grande quantidade de couve sob o chão co
 mplementam a instalação.

O catálogo será composto pelas ilustrações e textos de Botika e editado e distribuído pela editora Azougue. O encontro de diferentes categorias artísticas (música, body art, performance, arte cênica, foto e vídeo) com o universo cognitivo tradicional e subversivo brasileiro (folclore, indigenista, pornochanchada, antropofagia) e as referências artísticas diversas (pré-rafaelita, happenings e óperas rock) pretendem conferir originalidade ao espetáculo e propiciar várias possibilidades de leitura.

Exposição
De 07 de março a 21 de abril de 2013
Horário: de 13 às 19h

Local: Funarte MG - Rua Januária, 68. Floresta.
Entrada: Franca
Classificação etária: Livre
Inf.: (31) 3213 3084 - 7112 / (21) 89161011

sábado, 30 de março de 2013

Artigos: História do Teatro



teatro surgiu a partir do desenvolvimento do homem, através das suas necessidades. O homem primitivo era caçador e selvagem, por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas colectivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de ritual de celebração, agradecimento ou perda. Estas pequenas evoluções deram-se com o passar de vários anos. Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na tentativa de apaziguar os efeitos da natureza, harmonizando-se com ela. Os mitos começaram a evoluir, surgem danças miméticas (compostas por mímica e música).
Com o surgimento da civilização egípcia os pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos. Cada mito conta como uma realidade veio a existir. Os mitos possuíam regras de acordo com o que propunha o estado e a religião, eram apenas a história do mito em ação, ou seja, em movimento. Estes rituais propagavam as tradições e serviam para o divertimento e a honra dos nobres. Na Grécia sim, surge o teatro. Surge o “ditirambo”, um tipo de procissão informal que servia para homenagear o Deus Dionísio (Deus do Vinho). Mais tarde o “ditirambo” evoluiu, tinha um coro formado por coreutas e pelo corifeu, eles cantavam, dançavam, contavam histórias e mitos relacionados a Deus. A grande inovação deu-se quando se criou o diálogo entre coreutas e o corifeu. Cria-se assim a ação na história e surgem os primeiros textos teatrais. No início fazia-se teatro nas ruas, depois tornou-se necessário um lugar. E assim surgiram os primeiros teatros.
A consolidação do teatro, na Grécia Antiga, deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinhoDionísio ou Baco (em Roma). A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões. Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de Coro", os organizadores de procissões. Os participantes cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio e, em procissão urbanas, se reuniam aproximadamente 20 mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram menores.
O primeiro diretor de coro foi Tespis, que foi convidado pelo tirano Pisístrato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar, pois em razão do grande número de participantes era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualizar o sentimento da cena pelas máscaras. O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a platéia do acontecimento.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro,logo em seguida Téspis se passou por Dionísio, fingindo que o espírito de Dionísio adentrou no seu corpo, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (Hypócrates). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego.
Muito se discute a origem do teatro grego e, conseqüentemente, das tragédias. Aristóteles, em sua Poética, apresenta três versões para o surgimento da tragédia. A primeira versão argumenta que a tragédia, e o teatro, nasceram das celebrações e ritos a Dionísio, o deus campestre do vinho. Em tais festividades, as pessoas bebiam vinho até ficarem embriagadas, o que lhes permitia entrar em contato com o deus homenageado. Homens fantasiados de bodes (em grego, tragos) encenavam o mito de Dionísio e da dádiva dada por ele à humanidade: o vinho. Esta é a concepção mais aceita atualmente, pois explica o significado de tragédia com o bode, presente nas celebrações dionisíacas.
A segunda versão relaciona o teatro com os Mistérios de Eleusis, uma encenação anual do ciclo da vida, isto é, do nascimento, crescimento e morte. A semente era o ponto principal dos mistérios, pois a morte da semente representava o nascimento da árvore, que por sua vez traria novas sementes. A dramatização dos mistérios permitiria o desenvolvimento do teatro grego e da tragédia.
A terceira concepção para o nascimento da tragédia, e a aceita por Aristóteles, é de que o teatro nasceu como homenagem ao herói dório Adrausto, que permitiu o domínio dos Dórios sobre os demais povos indo-europeus que habitavam a península. O teatro seria a dramatização pública da saga de Adrausto e seu triste fim.
A análise das obras dos principais autores trágicos, ÉsquiloSófocles e Eurípedes, como empreendida por Albin Lesky (A tragédia grega) e Junito Brandão (Teatro Grego: origem e evolução), nos conduz a um denominador comum da tragédia: ométron de cada um. Parte da concepção grega do equilíbrioharmonia e simetria e defende que cada pessoa tem um métron, uma medida ideal. Quando alguém ultrapassava seu métron, seja acima ou abaixo dele, estaria tentando se equiparar aos deuses e receberia por parte deles a "cegueira da razão". Uma vez cego, esse alguém acabaria por vencer sua medida inúmeras vezes até que caísse em si, prestes a conhecer um destino do qual não pudesse escapar.
A tragédia seria assim uma popularização do "mito de Procrusto". Este convidava os viajantes a se hospedarem em sua casa, mas tinha uma cama muito grande e outra cama minúscula. Durante a noite, Procrusto procurava adequar o viajante à cama escolhida, serrando os pés dos que optavam pela cama pequena ou esticando os que escolhessem a cama grande. O objetivo de Procrusto era colocar cada um na sua medida, ou melhor, no seu métron.
Como ensinou Aristóteles, a tragédia não era vista com pessimismo pelos gregos e sim como educativa. Tinha a função de ensinar as pessoas a buscar a sua medida ideal, não pendendo para nenhum dos extremos de sua própria personalidade. Para o filósofo de Estagira, entretanto, a função principal da tragédia era a catarse, descrita por ele como o processo de reconhecer a si mesmo como num espelho e ao mesmo tempo se afastar do reflexo, como que "observando a sua vida" de fora. Tal processo permitiria que as pessoas lidassem com problemas não resolvidos e refletissem no seu dia-a-dia, exteriorizando suas emoções e internalizando pensamentos racionais. A reflexão oriunda da catarse permitiria o crescimento do indivíduo que conhecia os limites de seu métron. A catarse ocorreria quando o herói passasse da felicidade para a infelicidade por "errar o alvo", saindo da sua medida ideal.
A questão da "medida de cada um" é recorrente na obra dos trágicos, mas trabalhada de forma diferente de acordo com a concepção de destino. O objetivo de Ésquilo era homenagear Zeus como principal deidade, prevendo o destino de cada um. Quando alguém tentava fugir de seu destino, por sair de seu métron, acabava cumprindo o destino escrito por Zeus. Basta ler a Oréstia para perceber a visão de destino e o papel de Zeus.
Sófocles, por sua vez, escreveu verdadeiras odes à democracia, pregando abertamente que somente ela poderia aproximar os homens dos deuses. Aquele que não respeitava a democracia (representada pelo coro), procurava se auto-governar e fugir de seu destino terrível, teria como resultado final aquele mesmo destino que destemidamente lutava contra. Para ele, o homem só encontraria sua medida na vida pública, atuando na pólis, por intermédio da democracia ateniense. Isso fica muito claro em Antígone (na oposição entre lei humana e lei divina, mostrando que a lei humana emanada pela democracia, ou coro se aproximava da lei dos deuses) e em Electra.
Em compensação, Eurípedes dizia que o coração feminino era um abismo que podia ser preenchido com o poder do amor ou o poder do ódio. É visto por muitos como o primeiro psicólogo, pois se dedicava ao estudo das emoções na alma humana, principalmente nas mulheres. Aristóteles o chamou de o "maior dos trágicos", porque suas obras conduziam a uma reflexão - catarse - que os demais trágicos não conseguiam. Numa sociedade patriarcal e machista, Eurípedes enfatizava a mulher e como ela poderia fazer grandes coisas quando apaixonada ou tomada de ódio. Defendia que o amor e o ódio eram os responsáveis pelo afastamento da medida de cada um. Podemos destacar Medéia e Ifigênia em Áulis como duas peças de Eurípedes nas quais os sentimentos e emoções são levados à flor da pele.



Dia Mundial do Teatro



Teatro antigo, suas galerias, camarotes e as faces da comédia e da tragédia

Sábado é Dia Mundial do Teatro. Em todo o país, haverá espectáculos com sessões especiais, à borla ou com bilhetes mais baratos. Exposições, homenagens e atividades de rua.

O dia mundial do teatro foi criado em 1961 pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI), data da inauguração do Teatro das Nações, em Paris.

O marco principal do surgimento do teatro foi a reunião de um grupo de pessoas em uma pedreira, que se reuniram nas proximidades de uma fogueira para se aquecer do frio.

A fogueira fazia refletir a imagem das pessoas na parede, o que levou um rapaz a se levantar e fazer gestos engraçados que se refletiam em sombras. Um texto improvisado acompanhava as imagens, trazendo a ideia de personagens fracos, fortes, oprimidos, opressores e até de Deus e do diabo, segundo conta Margarida Saraiva, da Escola Superior de Teatro e Cinema, de Portugal.
A representação existe desde os tempos primitivos, quando os homens imitavam os animais para contar aos outros como eles eram e o que faziam, se eram bravos, se atacavam, ou seja, era a necessidade de comunicação entre os homens.
As homenagens aos deuses também favoreceram o aparecimento do teatro. Na época das colheitas da uva, as pessoas faziam encenações em agradecimento ao deus Dionísio (deus do vinho), pela boa safra de uvas colhidas, assim, sacrificavam um bode, trazendo para a comemoração os primeiros indícios da tragédia.
Os povos da Grécia antiga transformaram essas encenações em arte, criando os primeiros espaços próprios, para que fossem divulgadas suas ideias, as mitologias, agradecimentos aos vários deuses, dentre outros assuntos.
O gênero trágico foi o primeiro a aparecer, retratava o sofrimento do homem, sua luta contra a fatalidade, as causas da nobreza, numa linguagem bem rica e diversificada. Os maiores escritores da tragédia foram Sófocles e Eurípedes.
Nessa época, somente os homens podiam representar, assim, diante da necessidade de simular os papéis femininos, as primeiras máscaras foram criadas e mais tarde transformadas nas faces que representam a tragédia e a comédia; máscaras que simbolizam o teatro.
O gênero cômico surgiu para satirizar os excessos, as falsidades, as mesquinharias. Um dos principais autores de comédia foi Aristófanes, que escreveu mais de quarenta peças teatrais.
Nas primeiras representações, a comédia não foi bem vista, pois os homens da época valorizavam muito mais a tragédia, considerando-a mais rica e bonita. Somente com o surgimento da democracia, no século V a.C, a comédia passou a ser mais aceita, como forma de ridicularizar os principais fatos políticos da época.

Dia do Teatro. "Do Raiar ao Pôr do Sol"


Guto Muniz

Para comemorar o Dia Mundial do Teatro, celebrado em 27 de março, o Galpão Cine Horto, centro cultural do Grupo Galpão, apresenta a quarta edição do projeto “Dia do Teatro: Do raiar ao Pôr do sol”, que levará apresentações gratuitas para a Praça Duque de Caxias. No dia 30 de março, sábado, o público poderá assistir aos espetáculos “Manga Mangueira Meu Pé de Brincadeira” (Conexão Galpão), “O Santo e a Porca” (Cine Horto Pé na Rua 2012) e “Como a Gente Gosta” (Grupo Maria Cutia).

Programação:
10h Manga Mangueira Meu Pé de Brincadeira (Conexão Galpão)
Em torno de uma bela mangueira, tudo pode virar brincadeira. Uma menina, um menino e um macaco mergulham em uma divertida aventura, aprendendo a usar e reciclar os bens que a natureza oferece.

Direção: Chico Pelúcio e Kenia Dias
Dramaturgia: Coletiva
Elenco: Dayane Lacerda, Fabiano Lana e Júlia Branco
Duração: 50 minutos
Classificação: livre

16h Como a Gente Gosta (Grupo Maria Cutia)
Rosalinda se disfarça de homem e foge da corte para a floresta onde encontra com seu enamorado Orlando. Fazendo-o imaginar que ela (travestida de homem) fosse de verdade sua amada, lhe dá lições de como se curar da febre do amor, numa peça como a gente gosta. Livremente inspirado em “As You Like It”, de William Shakespeare.
Direção e dramaturgia: Eduardo Moreira
Elenco: Hugo Araújo, Leonardo Rocha, Mariana Arruda e Polyana Horta
Duração: 60 minutos
Classificação: livre

20h O Santo e a Porca (Cine Horto Pé na Rua 2012)

O espetáculo narra a história de Seu Euricão Árabe, um velho fazendeiro do interior de Pernambuco, homem de grande avareza. Devoto de Santo Antônio, ele mantêm em casa, sob constante vigilância, uma porca recheada com dinheiro, guardado de toda uma vida. Quando recebe a notícia da visita de um rico fazendeiro vizinho, pressente que este vem atrás de seu tesouro. Enlouquecido pelo terror de ser "roubado" deixa-se levar pelas artimanhas de sua empregada Caroba que articula poderosas manobras e cria uma rede envolvente ao seu redor.

Texto: Ariano Suassuna
Direção: Galpão Cine Horto
Elenco: Andréia Gomes, Evandro Heringer, José Maria Mendes, Lucas Alberto da Cunha, Luciana Veloso, Jéssica Tamiete e Túlio Sieiro
Duração: 1h40
Classificação: livre


30 de março de 2013
Sábado das 10h às 20h
Local: Praça Duque de Caxias 
Informações:  (31) 3481-5580 
Entrada Franca

Lançamento do Filme "Diário do Não Ver"



O teatro Oi Futuro promove o lançamento do filme “Diário do Não Ver”na terça-feira, dia 02 de abril, com uma sessão às 20h para o público em geral e às 15h para o público deficiente visual. O filme dirigido por Cristina Maure e Joana Oliveira já foi exibido em importantes mostras  e festivais no Brasil e no exterior.

Sinopse:  
O filme relata a história de uma mulher que tem sua segurança, sua estabilidade e sua dependência tomadas de si. Lina se depara com o diagnóstico de uma cegueira irreversível que se dará progressivamente. Seus sentimentos e sua forma de lidar com sua nova condição são traduzidos em seus sonhos. No mundo onírico ela digere o impacto da fatalidade e lida com o medo e os desafios das mudanças que serão necessárias para que ela continue a viver.


Dia 02 de abril de 2013
Terça às 15h e 20h
Local: Teatro Oi Futuro
Endereço: Avenida Afonso Pena, 4001, Cruzeiro
Classificação: 12 anos
Inf: (31) 3229 - 3131

sexta-feira, 29 de março de 2013

Artigos: Transdisciplinaridade




transdisciplinaridade  é um enfoque pluralista do conhecimento que tem como objetivo, através da articulação entre as inúmeras faces de compreensão do mundo, alcançar a unificação do saber. Assim, unem-se as mais variadas disciplinas para que se torne possível um exercício mais amplo da cognição humana.
Este olhar múltiplo permite que se abranja a complexidade crescente do mundo pós-moderno, o que justifica a definição da transdisciplinaridade como um fluir de ideias e, mais particularmente, um movimento de reflexão sobre estes conceitos. Esta abordagem científica vem modificando a forma como o Homem se volta para si mesmo e procura entender seu papel no mundo e também a própria compreensão da interação do universo com o ser humano.
Hoje, com os recentes e velozes avanços da Ciência em todos os campos, especialmente na física e na matemática, não é mais viável a crença em verdades absolutas e no domínio de uma disciplina sobre as outras. Urge a cooperação entre as partes para que se construa o todo, ou seja, o conhecimento. Com as revelações filosóficas de Kant e as teorias revolucionárias de Einstein, o Homem não mais se satisfaz com ideias restritas, o que o leva a buscar sempre mais, ampliando a esfera do saber.
Esta expressão foi criada pelo educador Jean Piaget, durante o I seminário Internacional sobre Pluri e Interdisciplinaridade, o qual se desenrolou em 1970, na Universidade de Nice; nesta ocasião foi originalmente utilizada esta palavra, deflagrando uma série de pesquisas sobre seu significado e as implicações por trás desta ideia, estimuladas pelo seu próprio criador.
Depois de Piaget, o termo foi resgatado por vários outros pesquisadores, entre eles Edgar Morin, Stephane Lupasco, Basarab Nicolescu e Ubiratan D’Ambrosio. Atualmente este conceito vem sendo explorado principalmente no interior do Centre International de Recherches et d`Études transdisciplinaires, um dos mais importantes núcleos de estudos sobre a transdisciplinaridade.
O tema é hoje um dos elementos científicos mais difíceis de se compreender, e talvez por esta razão um dos mais abordados por pesquisadores de todo o Planeta; é necessário agir com muita cautela no processo de relacionamento entre as disciplinas, para que elas possam, simultaneamente, amparar-se mutuamente e preservar sua singularidade, evitando incorrer no erro de se converter em uma única esfera do conhecimento.
No processo educacional é imprescindível recorrer à transdisciplinaridade, a qual, desde o século XX, vem se desenvolvendo no meio acadêmico, visando conectar o campo universitário ao restante da sociedade, distanciados justamente pela tendência à máxima especialização profissional. A inclinação ao uso cada vez mais frequente desta ferramenta permite transpor este abismo e formar não mais especialistas, mas sim profissionais com uma bagagem mais ampla, melhor preparados para enfrentar o competitivo e feroz mercado de trabalho.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Transdisciplinaridade
http://www.iecomplex.com.br/textos/Psican%87lise%20e%20trans_.htm

Artigos: Inteligência Espíritual




Inteligência Espiritual é um terceiro complexo de faculdades intelectuais, o qual insere nossas atitudes e vivências em uma contextura irrestrita de significação e valor, dando-lhes um caráter mais consistente. Hoje ter um nível mais elevado de quociente espiritual – QS – torna o indivíduo apto a exercitar uma existência mais plena de significado.
Desta forma a inteligência espiritual implica em se ter o poder de acreditar em uma psique criadora e cósmica, bem como na possibilidade de se relacionar com ela; saber que esta dimensão existe amplia a fé humana. Traduzindo, quanto maior a consciência da presença divina, mais o Homem vivencia e se relaciona com Deus.
Mestre esclareceu a Humanidade sobre este legado, propiciando a compreensão desta esfera, através da sua própria prática da Inteligência Espiritual, exemplificando a necessidade da reforma íntima para que se possa alcançar serenidade interior e um meio mais adequado para o aprimoramento espiritual e a revelação de valores e sentidos renovados para a existência.
O fator de Inteligência Espiritual amplia as perspectivas humanas e sua inventividade, além de estimular o indivíduo a seguir sempre adiante. Através desta capacidade o Homem é capaz de transcender os desafios da jornada e resolver as questões de significado e valor. Este quociente está intimamente vinculado à carência humana de finalidade, de decifrar o sentido de sua vida.
Esta concepção é bem vasta e vem sendo ainda mais aperfeiçoada ao longo dos anos pelos pesquisadores. Ela engloba temas como o propósito da existência; o desenvolvimento de virtudes; a aposta na fé e na esperança como instrumentos para enfrentar os obstáculos da caminhada; a esfera metafísica e espiritual do ser humano; a compreensão do significado da genuína liberdade, a qual se desdobra no perímetro estabelecido por normas éticas e morais; a liberação, no ser, de energias negativas e destrutivas; os testemunhos de Jesus; os valores não adquiridos por recursos materiais, entre outras tantas questões.
É importante perceber que a inteligência espiritual pode ser ampliada conforme o Homem se relaciona com a consciência do Criador. Até princípios do século XX o QI ou quociente de inteligência era o único elemento oficialmente aceito pelos meios científicos para a aferição da inteligência do ser humano. Os anos 90 foram marcados, por sua vez, pelo aparecimento da inteligência emocional, que já revelava a insuficiência do fator intelectual, pois ele nada podia definir sem a contribuição da dimensão do campo emocional.
O século XXI, por sua vez, desperta para a realidade da Inteligência Espiritual, sem a qual não se pode compreender verdadeiramente a vida humana. A física e filósofa norte-americana Danah Zohar e seu cônjuge, o psiquiatra Ian Marshal, vêm comprovando a existência, no cérebro humano, de um setor do qual irradiam as vivências espirituais do Homem, o “Ponto de Deus”.
Vários setores empresariais começam a se interessar por essa nova medida da inteligência, já visando aprimorar esta esfera humana, para que assim o ser humano possa encontrar em suas tarefas profissionais um maior significado existencial. São blocos corporativos que, além do lucro, visam também agir no meio em que promovem seus produtos, seja em questões ambientais, educacionais, seja na área da saúde.

Fontes:
http://www.engenhariaespiritual.com/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=28
http://www.universocatolico.com.br/index.php?/a-inteligencia-espiritual-o-ponto-de-deus-no-cerebro-humano.html

Show de Flamenco com Natalia Meirino



A bailarina Natalia Meiriño e o cantor Jesule de Utrera chegam da Espanha para se apresentarem em belo Horizonte no dia 06 de abril no Teatro Santo Agostinho. Os artistas vão ser acompanhados pelo violonista Nilo Lavina. O espetáculo começa às 21 horas.
O show intitulado Ella y los Hombres terá a participação de Reginaldo Jimenez e da Cia Soleá Hombres, de BH. Juntos, eles mostrarão diversos bailes com o que há de melhor da dança espanhola em um espetáculo de flamenco puro com cante, guitarra, sapateado e muita castanhola e leques.
Natalia Meiriño é considerada uma das melhores bailarinas de flamenco da atualidade graças a seu estilo exuberante de dançar e à sua incrível técnica e domínio do palco que encanta a todos com performances de força e graciosidade.


Dia 06 de abril de 2013
Sábado, às 21h
Local: Teatro Santo Agostinho - Rua Aimorés, 2679 – Santo Agostinho
Entrada: R$12,00
Mais informações: (31) 3282-2444

II Encontro de Estudos das Culturas dos Sertões

Oficina "Conservação e Restauração em Madeira"


 

A oficina de Conservação e Restauração em Madeira – Ênfase em Móveis e Objetos se realizará de 04* de abril a 18 de julho de 2013. As aulas ocorrerão às quintas-feiras das 8h30min às 12h e tem como objetivo resgatar as características originais de móveis e objetos em madeira onde serão utilizadas técnicas tradicionais de restauração e materiais em sintonia com o período histórico e estilo. Os conteúdos a serem tratados são entreoutros: História do Mobilário – Da Antiguidade ao Barroco; Critérios de Restauração; Ferramentas e sua Manutenção; Remoção de Tintas; Tipos de Madeiras: Características e Problemas; Reparos na Madeira. Acabamentos com uso de selador e cera (conteúdo programático detalhado abaixo) Inscrições abertas para o módulo 1. Foto: Criado-Mudo em Açoita-Cavalo – 1920 de Vera Cusinato, edição 2010. Imagem: AcervoGDA.
 

Conservação e Restauração em Madeira – Ênfase em Móveis e Objetos

Conteúdo Programático – Módulo 1

História do Mobiliário 1 – Da Antiguidade ao Barroco

Critérios de Restauração

Tipos de Ferramentas, Utilização e Manutenção

Remoção de Tintas

Descupinização

Madeiras: Características, Problemas e Uso Sustentável

Reparos e Tratamento de Superfícies.

Acabamentos com uso de selador e cera
 

Ministrante                      Marjane de Andrade

Professora de Conservação e Restauração em Madeira, História e Desenho do Móvel. A partir de 1996 passa a desenvolver projetos culturais junto a instituições públicas e privadas, na cidade de Porto Alegre|RS. E, desde 2003 trabalha com design de móveis, planejamento e montagem de exposições.
 

Conservação e Restauração em Madeira – 
Ênfase em Móveis e Objetos

Local: Rua José do Patrocínio, 954 – Porto Alegre – RS

Período: De  04* de abril a 18 de julho de 2013 - Alteração/Inscrições Abertas

Quintas-feiras das 8h30min às 12h

Oficina "História do Mobiliário"




 
oficina de História do Mobiliário - Da Antiguidade ao Design Contemporâneo se realiza de 20 de abril a 20 de julho de 2013 e tem como objetivo tratar da produção do mobiliário da Antiguidade ao século XVIII, levando em conta as tipologias, técnicas construtivas, ornamentações e materiais utilizados. O processo de industrialização, no século XIX. Os pioneiros do design e a Bauhaus. As correntes estilísticas na produção do móvel, nos século XX e início do século XXI. A abordagem se dá através da análise de imagens que está vinculada a cada período e, a utilização de recortes de filmes que podem contextualizar e reconstituir o ambiente e a utilização deste mobiliário, relacionado-o ao contexto histórico e cultural.

A oficina de História do Mobiliário criada em 1996, na Casa de Cultura Mário Quintana - Porto Alegre/RS vem ao longo deste período despertando o interesse de profissionais de várias área como sociólogos, historiadores, arquitetos, designers, diretores de arte, cenógrafos e estudantes. Foto: Cadeira. Salvador Dali. Século XX. AcervoImagem|GDAStudio


Conteúdo Programático
Antiguidade (3200 AC – 476 DC)
Egito, Mesopotâmia. Grécia e Roma
-O móvel e suas tipologias.
Idade Média (330 – 1400)
Cristão Primitivo, Românico e o Gótico.
Renascimento (1450 – 1680)
Barroco (1670 – 1702)
-O início da época dos Luíses.
Rococó (1715 – 1779)
-Oestilo de uma época.
Neoclássico (1744 – 1806) e
Ecletismo (1830 – 1848) -
-O processo de industrialização no século XIX.
O Móvel no Brasil – séc. XVI ao séc.XIX.
Idade Contemporânea -
Art Nouveau
Art Déco
-Estilo e design no século XX: a Bauhaus.
Correntes estilísticas no século XX e XXI.
Funcionalismo
Organicismo
Design Contemporâneo
Visita Técnica*

A visita técnica será agendada em dia e horário a ser combinado, préviamente.

Ministrante              Marjane de Andrade
 
 Professora de História do Mobiliário e de Conservação e Restauração em Madeira. Graduação em Design com Ênfase em Interiores, no Centro Universitário Metodista - IPA. Ministrou no período de 2003-2009 a oficina de Conservação e Restauração em Madeira – Ênfase em Móveis e Objetos, no Museu Julio de Castilhos, na cidade de Porto Alegre|RS. Desde 1996, desenvolve o projeto das Oficinas Culturais junto a instituições públicas e privadas. Atualmente, trabalha com restauração, Interiores, design de móveis e projetos culturais em seu atelierestudio 


Público-Alvo

Designers, arquitetos, diretores de arte, cenógrafos, historiadores, estudantes e interessados em geral.

História do Mobiliário - Da Antiguidade ao Design Contemporâneo
Local:Museu de Comunicação Hipólito José da Costa
Rua: Rua dos Andradas, 959 - Porto Alegre/RS
Período: 20 de abril a 20 de julho de 2013
Sábados das 9h às 12h

Seminário Internacional Modernidade Latina





Modernidade Latina. Os Italianos e os centros do Modernismo Latinoamericano

Data: 9 a 11 de abril/2013, das 9 às 17h
Local: Auditório do MAC USP (Cid. Universitária)
Inscrição presencial. Taxa de Inscrição: R$25,00.
Informações:cursosmac@usp.br - tel.: 11 3091 3559
Horário de funcionamento da Secretaria Acadêmica: das 10 às 13h e das 14 às 17h


Organização:
Profa. Dra. Ana Gonçalves Magalhães – MAC USP
Prof. Dr. Luciano Migliaccio – FAU USP
Prof. Dr. Paolo Rusconi – Università degli Studi di Milano, Itália

Modernidade Latina. Os Italianos e os centros do Modernismo Sulamericano é um seminário internacional promovido pelo Museu de Arte Contemporânea e pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, no quadro de um acordo de cooperação acadêmica entre a USP e a Università degli studi di Milano. Tal convênio, coordenado pela profa. Ana Gonçalves Magalhães e pelo prof. Paolo Rusconi, está atrelado à realização de uma exposição sobre as obras de arte italiana da Coleção de Francisco Matarazzo Sobrinho e Yolanda Penteado conservada no acervo do MAC USP, e a dois projetos de pesquisa financiados pela FAPESP: reavaliação crítica e atualização da catalogação do acervo do MAC USP , realizado por um grupo coordenado pela profa. Ana Gonçalves Magalhães, do referido museu, e o Projeto Temático “Plus Ultra. Transferência Cultural e Recepção da Tradição Clássica na Arte entre a Europa e a América Latina”, formado por 

Seminário Museus, Cidades e Patrimônio



O Seminário Museus, Cidades e Patrimônio é uma iniciativa do Núcleo de Museologia (NMS), da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Campus Laranjeiras (CAMPUSLAR) para a integração e troca de experiências entre os profissionais de museus, pesquisadores e interessados na área. O Seminário pretende abordar as questões museais e patrimôniais no âmbito da instituição museu e além dos seus muros, pensando nas possibilidades que as cidades contemporâneas trazem enquanto espaços de memória e possíveis de serem musealizadas. O evento busca articular as estapas do pensar museológico (teoria museológica, exposição, documentação, ação educativa, conservação, pesquisa, arquitetura de museus, entre outros) às novas demandas que os espaços e os novos patrimônios trazem para o grande público e a cidade como um todo.
O SEMUCIPA, em sua primeira edição, ocorrerá no período da XI Semana de Museus, como uma atividade integrante da programação local e nacional, proposta pelo IBRAM, que terá como tema Museus (Memória + Criatividade = Mudança Social). Pretende-se que, nos próximos anos, o evento continue a integrar as atividades da Semana de Museus (realizada em maio) e incorporando os temas propostos pelo IBRAM.
Assim, por meio de uma programação que intercala mesas-redondas, oficinas e sessões de comunicações, o SEMUCIPA busca trazer as novas tendências do setor museológico e áreas afins, se firmando com um local de encontro e difusão da prática museológica sergipana, nordestina e brasileira.
Nessa primeira edição, o evento será realizado em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e o Museu de História Sergipana, apresentando parte da sua programação nas respectivas instituições.


Período: 15 a 17 de maio de 2013

Tema: Museus (memória + criatividade) = mudança social

 

15/05: 08h-12h - CAMPUSLAR
 
·         08h – 08h30: Credenciamento;
·         08h30 – 9h30: Conferência de abertura
·         Intervalo 09h30 – 10h
·         10h – 12h30: Mesa-redonda com os gestores de Laranjeira


15/05: 14h – 18h - CAMPUSLAR
·         14h – 16h: Sessão de Comunicação I e II
Mediações:

·         16h – 16h30: Intervalo
·         16h30 – 18h30: Sessão de comunicação III e VI
Mediações:

16/05: 08h-12h – Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe
·         08h – 9h30: Palestra (Museus palestrante e tema a definir)
Mediação:
·         Intervalo 09h30 – 10h
·         10h – 12h30: Mesa-redonda Memória da Museologia: as experiências e o legado das pioneiras nos fazeres museológicos em Sergipe
Mediação:

16/05: 14h – 18h - CAMPUSLAR
·         14h – 16h: Oficina de Gestão Criativa
·         16h – 16h30: Intervalo
·         16h30 – 18h30: Mesa-redonda com artistas plásticos Antonio Cruz e Carlos Cal
Mediação:  

17/05: 09h-12h – São Cristóvão
·         9h00: Visita Guiada aos Museus e Lançamento de catálogo

17/05: 14h – 18h - São Cristóvão 
·         Mesa-redonda 
Mediação:
·         16h – 16h30: Intervalo
16h30 – 18h: Conferência com Thiago Fragata