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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Artigos: Andragogia




Andragogia diz respeito ao ensino de adultos. Segundo Knowles (1976, p. 17), andragogia é a “arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprender e a compreender o processo de aprendizagem de adultos”. 

A andragogia busca compreender o adulto considerando os aspectos psicológicos, biológicos e sociais.

A andragogia difere da pedagogia se comparada aos modelos pedagógicos conservadores. No entanto, alguns pressupostos da andragogia são semelhantes aos de modelos pedagógicos transformadores.

A educação de adultos embasada em um modelo andragógico tem como princípios:
  • A necessidade dos adultos em saber a finalidade, o “porque” de certos conteúdos e aprendizagens
  • facilidade dos adultos em aprender pela experiência.
  • A percepção dos adultos sobre a aprendizagem como resolução de problemas.
  • A motivação para aprender é maior se for interna (necessidade individual), e se o conteúdo a ser aprendido ser de aplicação imediata.
  • Os adultos trazem uma bagagem de experiências que podem contribuir para sua própria aprendizagem.
No modelo de educação andragógico, os alunos participam das diversas fases do processo de ensino-aprendizagem, tais como: Diagnóstico das necessidades educativas; elaboração de plano e estabelecimento de objetivos a partir do diagnóstico; e formas de avaliação. 

A metodologia é voltada para a participação ativa dos alunos, e a organização curricular é flexível, visando atender as especificidades de cada adulto.

O professor é considerado um facilitador, e como tal, sua relação com os alunos é horizontal, tendo como principal característica o diálogo, o respeito, a colaboração e a confiança. O clima propício para a aprendizagem, segundo o modelo andragógico, tem como características o conforto, a informalidade e o respeito, garantindo assim, que o aluno se sinta seguro e confiante.

A andragogia, enquanto modelo para a educação de adultos, é caracterizada pela participação dos alunos, pela flexibilidade e pelo foco no processo, ao invés da ênfase no conteúdo.

Leia também:

Referências:
MARQUES, Francisca Maria Mendes. Andragogia: sonho e realidade. UNAR, Araras (SP), v.1, n.1, p.76-78, 2007.
NOGUEIRA, Sónia Mairos. A andragogia: que contributos para a prática educativa? Linhas: Revista do Programa de Mestrado em Educação e Cultura. Florianópolis. v. 5, n. 2, p. 333-356, dez., 2004

Artigos: A Educação Segundo Platão



O núcleo da filosofia de Platão é, sem dúvida, a reencarnação, a qual tem efeitos profundos sobre sua concepção educacional, embora inúmeros intérpretes de sua obra prefiram seguir uma vertente mais materialista e distante de qualquer conotação espiritual. Os dois aspectos pedagógicos mais significativos de sua obra só podem ser realmente compreendidos à luz da crença nas várias existências. Platão acredita que a educação deve ser direcionada à aquisição do conhecimento do Bem e da Verdade, e também que aprender é recordar.

Isto só é possível, segundo o pensador, porque na esfera superior dos céus estão estabelecidas as Verdades Eternas, em um recanto metafísico conhecido como Hiperurânio. Aí é possível encontrar as ideias e formas puras, concretas, eternas, inalteráveis e perfeitas.

A alma humana, ao se desprender do corpo, após a morte, tem a oportunidade de vislumbrar este universo, centro das existências passíveis de serem compreendidas; o mundo material, criado pelo artífice divino, é, portanto, apenas uma reprodução imperfeita e passageira deste modelo ideal. Uma vez contemplado o verdadeiro conhecimento, o Homem guarda no íntimo de sua essência a memória desta visão, embora conscientemente esqueça de tudo ao renascer.

Após o contato inicial com a fonte do saber, o ser humano o busca inconscientemente ao longo de sua trajetória existencial, guardando, assim, uma forte inclinação a alcançar este grau de excelência. Ao se deparar, no mundo das sensações físicas, com objetos que lhe despertam a vaga lembrança das Verdades Eternas, o Homem vai aos poucos resgatando o conhecimento que, na verdade, nunca lhe foi roubado.

Assim, o conhecimento científico, embasado na verdade em sua face mais íntima, só é possível quando o ser recupera, em suas reminiscências, o verdadeiro saber, só apreendido quando a alma está liberta do corpo; por esta razão, Platão defende que conhecer é lembrar, e que o Homem, ao encontrar o objeto do saber, tem condições de reconhecê-lo, uma vez que ele já está impresso em sua alma.

O filósofo preconiza uma formação básica consistente, a qual gradualmente vai atingindo estágios mais elevados, até culminar nas pesquisas filosóficas; a esta etapa só chegariam os seres particularmente talentosos. Platão denomina esta fase de educação preparatória; nela os alunos têm condições de aprimorar harmonicamente o espírito e o corpo.

Platão crê que o ensino deveria ser atributo do Estado, não das entidades privadas. Os professores seriam selecionados por Atenas e supervisionados por cidadãos revestidos de poderes judiciais, especificamente designados para atuar na esfera educacional. Ele ainda projetava um modelo pedagógico igual para homens e mulheres até que eles completassem seis anos de idade. Daí em diante estes aprendizes seriam divididos em classes e professores distintos.

A educação do cidadão, para o filósofo, teria uma duração de 50 anos. Dos 3 aos 6 anos, os infantes seriam formados através de atividades lúdicas, em recantos particularmente elaborados para eles. A instrução em si, porém, só teria início aos 7 anos, seguindo a prescrição da Paideia grega, a qual permitia que o aluno tivesse uma formação clássica, principalmente no campo da Filosofia.

A orientação educacional convencional, na antiga Grécia, contemplava duas áreas – a ginástica, desprovida de valores competitivos, enriquecida com treinamentos para confrontos bélicos, tanto direcionados às garotas como aos garotos; e a música, alimento do espírito, a qual era ainda mais privilegiada na preparação dos jovens de 13 a 16 anos.

A etapa da alfabetização era reservada à faixa etária localizada entre 10 e 13 anos, seguida pela ênfase na compreensão dos escritores clássicos, na poética e na prosa, com exceção de poetas como Homero e Hesíodo, os quais, para ele, formavam no leitor um conceito mordaz dos deuses.

Assim os alunos iam seguindo, passando, em um estágio adiantado, pelas Ciências Matemáticas, Astronomia, entre outras disciplinas, até atingir os cinquenta anos, quando a formação se completava, se eles tivessem vencido todos os desafios da jornada intelectual. O objetivo máximo era, portanto, resgatar finalmente o conceito eterno e puro do Bem, quando o cidadão estava pronto para atuar na gestão do estado, integrando o restrito círculo dos governantes, formado tão somente por filósofos.


Fontes:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/escola/academia/academia4.htm
Alessandro César Bigheto. Educação e Reencarnação em Platão, in Dora Incontri. Educação e Espiritualidade – Interfaces e Perspectivas. Editora Comenius, Bragança Paulista, 2010, pp. 282-286.

Concerto "Brasil e Butão : Um Encontro Musical"



A Fundação Municipal de Cultura (FMC), por meio do Centro de Referência da Moda de Belo Horizonte (CRModa), apresenta o concerto comentado “Brasil e Butão: Um Encontro Musical”. A apresentação acontece dia 29, terça-feira, às 20h, com retirada de senhas até a hora do evento. A atividade é gratuita e faz parte do projeto “Labirinto”, que tem como objetivo promover a formação e a circulação cultural nas diversas formas de expressão artística.

Em outubro de 2012, um grupo de músicos brasileiros foi convidado a gravar um disco junto a um coro de monjas num remoto reino do Himalaia: o Butão. Localizado entre a Índia e a China, o Butão é um país isolado por suas montanhas e florestas, cujas tradições refletem essa característica. Sua música é fortemente influenciada pelo budismo, a religião oficial do país.

Além de escutar relatos sobre a experiência do grupo de músicos brasileiros no Himalaia, o público conhecerá aspectos musicais desse trabalhado, assim como elementos decorrentes do encontro entre as duas culturas, através de gravações e imagens. O encontro culmina com o concerto "Como Reflexo da Lua na Água", de Felipe Andra, também gravado no Butão.

A apresentação é uma contrapartida ao patrocínio do Governo Federal, por meio de seu Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural 2012 do Ministério da Cultura, com o apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura.

Sobre os músicos

Felipe Andra é violonista e compositor. Estudou na Universidade Federal de Minas Gerais e prosseguiu sua formação em Paris, onde se dedicou, sobretudo, à Música Sacra Budista. Inúmeras estadias no Oriente propiciaram o desenvolvimento de sua linguagem musical, que se reflete tanto no trabalho instrumental, quanto composicional.


Marta Branco graduou-se em flauta sob a orientação dos Professores Arthur Andrés e Maurício Freire. Prosseguiu sua formação na Universidade Federal da Bahia, onde se dedicou à música contemporânea para flauta transversal. Em Berlim desde 2008, ela realiza pesquisa de doutorado na Universität der Künste Berlin (UdK) sob a orientação da professora e doutora Dörte Schmidt.

Felipe José é multinstrumentista. Graduado em Composição Musical pela UFMG, integrou o Grupo RAMO e a Itiberê Orquestra Família, dedicando-se a práticas musicais diversas, como música antiga e de concerto; música popular brasileira e música espontânea.

Labirinto

O projeto Labirinto integra o Programa Cultural do Centro de Referência da Moda de Belo Horizonte. É um estímulo ao diálogo entre as diversas linguagens artísticas que, a exemplo da moda, se alimentam da diversidade do ambiente contemporâneo.
A intenção do projeto é fomentar o pluralismo, abrangendo as demandas culturais da atualidade e, ainda, oferecer apoio ao empreendedor artístico contemplado pelas leis de incentivo cultural, por meio da oferta de espaço e divulgação para a realização das contrapartidas necessárias aos programas de incentivo.

8º Dia do Quadrinho Nacional




Pelo oitavo ano consecutivo o Dia do Quadrinho Nacional será comemorado na cidade de Belo Horizonte, sob a coordenação da Associação Cultural Nação HQ e apoio da Fundação Municipal de Cultura. Inspirado no “Poema de Sete Faces”, de Carlos Drummond de Andrade, a proposta do tema de 2013 - Mundo vasto mundo - é explorar os quadrinhos e sua interação com outros segmentos da arte, como a poesia, grafite, audiovisual e música. 

As atividades acontecem no Centro Cultural Lagoa do Nado, nos dias 30/1 e 2/2. A programação pode ser consultada no site www.nacao.net.

O poema de Drummond fala também sobre os obstáculos a serem superados: "Vai, Carlos! ser gauche na vida." Gauche tem o significado de incapaz, estranho ou desajustado. Por muitos anos as hqs foram consideradas gauche dentro do mundo das artes. Essa realidade tem mudando positivamente a cada ano e o evento é nossa contribuição para o reconhecimento e valorização dos quadrinhos como cultura.

O evento começa com a abertura da exposição Monstros do Rock, do cartunista Paulo Barbosa, no dia 30 de janeiro, quarta-feira, 16 horas. No dia 2 de fevereiro, sábado, estão programadas as atividades de oficinas de quadrinhos da Nação HQ, exibição do curta “O Poeta de Sete Faces”, encontro do grupo Anime.com.br de 9 às 12 horas. De 14 às 18 horas acontecerão as intervenções dos grafiteiros Ploc e Dw guetto o DGS, e apresentações musicais com o cantor Carter e a banda O Monomotor.

O 8º Dia do Quadrinho Nacional tem o apoio Diretório Acadêmico Carlos Drummond de Andrade da UFMG, da Rede de Amigos da Lagoa do Nado e da Prefeitura de Belo Horizonte, através da Fundação Municipal de Parques e Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

30 DE JANEIRO - DIA DO QUADRINHO NACIONAL

O dia 30 de janeiro relembra a primeira história em quadrinhos publicada no Brasil com um personagem fixo, “As Aventura de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte”, foi desenhada pelo ítalo-brasileiro Ângelo Agostini em 1869.

A Nação HQ comemora a data desde 2006 reunindo artistas e fãs das hqs. Em 2011, BH foi a primeira cidade do país a reconhecer o movimento cultural e instituir o Dia do Quadrinho Nacional em seu calendário oficial, através da lei 10.071/2011.

Mais informações: www.nacao.net
 

Exposição "Narrativas do Samba do Carnaval em Belo Horizonte"



A Fundação Municipal de Cultura abre ao público na próxima sexta-feira, dia 1º de fevereiro, no Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), a exposição “Narrativas do Samba e do Carnaval em Belo Horizonte”. 

A mostra, uma espécie de degustação que reúne pequena parte dos acervos pesquisados pelo historiador e documentarista Marcos Valério M. Maia, curador da exposição, destaca fragmentos de uma história pouco conhecida: o samba na capital mineira e sua principal caixa de ressonância, o carnaval de escolas de samba, blocos e outras agremiações.

Instalada no foyer térreo do edifício-sede do Museu, a exposição ficará em cartaz por um período aproximado de três meses, podendo ser visitada de terça a domingo, das 10h às 17h, e nas quartas e quintas-feiras, das 10h às 21h.

Temas como a relação do samba e do carnaval com os meios de comunicação, os personagens dessa história e a velha guarda de Belo Horizonte são narrados por meio de fotografias, jornais de época, depoimentos de história oral, imagens em movimento, cartazes e objetos.

 Entre outros, são lembrados Mário Januário da Silva, o Popó, fundador da Escola de Samba Pedreira Unida, primeira da capital mineira; os concursos “Rainha do Carnaval” e “Cidadão Samba”; o tradicional Clube dos Matankins; o trabalho do próprio Abílio Barreto como historiador da cidade, além de nomes da velha guarda, como Kalu e Rosalvo Brasil.

Com esta mostra, o Museu pretende afirmar a tradição do samba e do carnaval em Belo Horizonte no momento em que a cidade se reconcilia com seu carnaval de rua e em que vários sambistas e grupos musicais se afirmam na cena cultural da cidade e do país.


Mais informações: MHAB - (31) 3277-8573

Espetáculo no Galpão Gamboa "Velha é a Mãe"


Comédia "Velha é a mãe", com Louise Cardoso, terá duas apresentações no Galpão Gamboa

A peça, com texto de Fabio Porchat, será apresentada nos dias 2 e 3 de fevereiro


Ela acabou de fazer 70, mas isso é segredo de Estado. Horas de academia, algumas plásticas, aulas de boxe, natação e aplicações de botox ajudaram a manter sua aparência de 50 e poucos anos. Por não aguentar tanta disposição, o marido a trocou por uma mulher, digamos, mais calma e a deixou à beira de um ataque de nervos. Responsável pela volta deLouise Cardoso à comédia depois de oito anos, esta tragicômica personagem é a estrela de 'Velha é a Mãe'. O espetáculo, com texto de Fábio Porchat e direção de João Fonseca, terá duas apresentações no teatro Galpão Gamboa, nos dias 2 e 3 de fevereiro, como parte da nova temporada artística do espaço cultural, o Gamboavista 2.

No palco, Ana Baird divide a cena com Louise e interpreta Alice, filha única do casamento que acaba de terminar. Ao visitar a mãe, em uma tentativa de consolo, ela mal consegue falar tamanho o descontrole emocional de sua interlocutora. Psicóloga, discreta e solitária, ela sempre foi abafada pela forte personalidade da mãe. Mesmo assim, elas desenvolveram uma relação de afeto e cumplicidade. O cenário de Nello Maresse, todo em tons de vermelho, ressalta o desespero da situação vivida pela protagonista.

Entre revelações, ataques de raiva e lembranças do passado, mãe e filha trocam farpas e carinhos, graças aos ácidos diálogos de Porchat, vencedor do Festival de Novos Dramaturgos do CCBB em 2007 por este texto.

Sobre o Gamboavista 2:

Sucesso em 2011, o projeto artístico Gamboavista volta ao Galpão Gamboa para reapresentar importantes espetáculos que já passaram pelos palcos da cidade. Entre os meses de novembro de 2012 e abril de 2013, o espaço dirigido por Marco Nanini e Fernando Libonati, recebe a programação que conta com a curadoria de Cesar Augusto.

Sobre o Galpão Gamboa:

O Galpão é um espaço para a experiência da liberdade cultural, das trocas afetivas que a convivência social proporciona. O projeto reúne cultura, esporte e saúde atestando seu compromisso com o bem-viver e a responsabilidade social oferecendo aos frequentadores, o que lhes é de direito e preciso para se tornarem cidadãos.

O Teatro do Galpão Gamboa foi inaugurado em agosto de 2010, com o espetáculo "Pterodátilos", de Nick Silver, com direção e adaptação de Felipe Hirsch e Marco Nanini e Mariana Lima no elenco. Com a primeira edição do GAMBOAVISTA e o projeto Rota Gamboa, o espaço já recebeu mais de 40 montagens, entre teatro adulto e infantil. Dentre os destaques: "Talvez", "Gaivota - Tema para um conta curto", "A mulher que escreveu a bíblia", "Amor confesso", "Ninguém disse que seria fácil", "O Filho eterno", "R&J Juventide interrompida", entre outros.

FICHA TÉCNICA:

Texto de Fábio Porchat
Com Louise Cardoso e Ana Baird
Direção de João Fonseca
Cenário: Nello Marese
Figurinos: Rita Murtinho
Iluminação: Maneco Quinderé
Produção Executiva e Administração: Cristina Leite
Direção de Produção: Alessandra Reis


SERVIÇO:

Datas: 2 e 3 de fevereiro (sábado e domingo)
Horários: sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Local: Galpão Gamboa - Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Classificação etária: 12 anos
Duração: 70 minutos
Gênero: Comédia
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia) para estudantes e idosos/ R$5 para moradores dos bairros da Zona Portuária apresentando comprovante de residência.
Vendas de Ingressos:
- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)
- Na Pequena Central (Rua Conde de Irajá, n° 98 - Botafogo): Terça a quinta: de 10h às 16h

CRAV nos Centros Culturais de BH 2013

 
CRAV nos Centros Culturais
 
A Fundação Municipal de Cultura, por meio do Centro de Referência Audiovisual (CRAV) e com o apoio do Departamento de Coordenação dos Centros Culturais (DPCC), lança o projeto “CRAV nos Centros Culturais” com diversas atividades ligadas à Sétima Arte. Ao longo de 2013, todos os 15 Centros Culturais da cidade receberão sessões comentadas de filmes; além de oficinas de cinema e exposições de livros e equipamentos audiovisuais. A exibição inaugural acontece dia 30, às 20h, com o documentário “Roda” no Centro Cultural Padre Eustáquio. A entrada é gratuita.

Exibição do Documentário "Da Boemia à Liberdade"


Documentário no MMM revela a história da Praça da Liberdade

Exibição do quarto episódio da série ‘Da Boemia à Liberdade’, da Rede Minas, será seguida de
debate com o arquiteto Flávio Carsalade. Evento será nesta quinta-feira, com entrada gratuita

O Museu das Minas e do Metal - EBX, em parceria com a Rede Minas, exibe o quarto episódio da série “Da Boemia à Liberdade”, do programa Bem Cultural. Nesta quarta sessão, será exibido o episódio Ares da Liberdade, que apresenta a Praça da Liberdade como espaço fundador da nova capital mineira. Após a exibição, o convidado para o debate é Flávio Carsalade, arquiteto e professor da Escola de Arquitetura da UFMG. O evento acontece nesta quinta-feira, 31 de janeiro, às 19h30, com entrada franca.
A Praça da Liberdade é referencial urbano e simbólico do poder republicano em Minas Gerais, representado pelo Palácio do Governo e as secretarias de Estado. Desde a sua inauguração, a praça foi implantada para ser um grande jardim público e local de encontro, convívio e lazer da população que veio ocupar a cidade moderna, planejada. Ao longo do tempo, o paisagismo original da praça se alterou, bem como o conjunto arquitetônico do seu entorno, composto por diversos estilos que contam um pouco da história de Belo Horizonte.
Flávio de Lemos Carsalade é arquiteto e doutor em arquitetura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) na área de patrimônio cultural. É professor da Escola de Arquitetura da UFMG desde 1982 e atuou como professor visitante na Universidade Politécnica de Madrid, em 2009, e na Universidade de Washington, em 1991. Já realizou mais de 300 projetos em todo o país e ganhou diversos prêmios.
Desde setembro de 2012, o Museu promove sessões comentadas dos episódios da série “Da boemia à Liberdade”, do programa Bem Cultural, da Rede Minas. A série percorre a história e o cotidiano da Rua da Bahia até a Praça da Liberdade, conhecendo seus lugares e personagens.

O Museu das Minas e do Metal - EBX integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade e tem patrocínio direto do Grupo EBX.

SERVIÇO
Sessão comentada do documentário Ares de Liberdade no MMM
  • Convidado: Flávio Carsalade, arquiteto e professor da UFMG
  • Classificação etária: Livre
  • Data: 31 de janeiro de 2013, quinta-feira
  • Local: Museu das Minas e do Metal - EBX – Praça da Liberdade S/N - Prédio Rosa
  • Horário: 19h30
  • Telefones: (31) 3516-7200
  • Entrada franca

Mesa-Redonda e Lançamento do Catálogo da Exposição


Simpósio de Gestão em Ergonomia e Qualidade de Vida no Trabalho

Programação de Aniversário do OI Futuro Flamengo RJ

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Artigos: Cruzadas



As Cruzadas eram expedições de cristãos para libertar a Terra Santa (atual Palestina) dos turcos (muçulmanos), e eram patrocinadas pela Igreja Católica (Papa). O nome Cruzadas é porque os cristãos teciam uma cruz nas suas roupas, simbolizando o voto prestado à igreja.

Causas

Várias foram as causas das Cruzadas:


O papa Urbano II queria reerguer a unidade católica no oriente, que decaiu com a Cisma do Oriente (1054)
Muitos acreditavam que seguindo as cruzadas, alcançariam a salvação.
Naquela época não havia parque de diversão, então, para fugir do cotidiano das grandes cidades, eles partiam para as Cruzadas
Claro, interesses comerciais nas ricas terras do oriente.
Como hoje, o papa e outras “santidades”, como Pedro o Eremita, tinham grandes poderes de influenciar o povo. Eles reuniram grandes multidões, de maioria pobre e miserável, para organizar uma Cruzada, chamada de Cruzada Popular. Conseguiram chegar em Constantinopla, mas com poucos recursos, cansados. Quem não gostou disso foi o imperadorbizantino Aleixo Commeno, que incentivou os cruzados à atacar os infiéis, resultado: uma tremenda carnificina, quase todos os cruzados morreram. Depois disso, a cruzada ficou conhecida como Cruzada dos Mendigos.


Outra cruzada, desta vez formada por senhores feudais, condes, duques, etc, partiu para a Terra Santa, com o apoio dos Bizantinos. Com todo o poderio econômico e militar unidos, foi fácil conquistar Jerusalém, em 1099. Essa conquista custou milhares de vidas de judeus e muçulmanos. Nas terras conquistadas foram criadas o Reino de Jerusalém, Condado de Edessa, Condado de Trípoli e Principado de Antioquia . Mas logo essas terras ficaram precárias, em razão das constantes batalhas travadas por muçulmanos e os nativos contra os cristãos. Para tentar se manter nas regiões conquistadas, os cristãos criaram duas ordens: os Templários e os Hospitalários:

Templários: formar um exército para controlar os novos domínios, para isso, deveriam construir fortalezas, fossos, muros, etc. Também se juntou à ordem uma milícia de monges cavaleiros.
Hospitalários: como o nome já diz, criaram estabelecimentos para acolher os peregrinos mais pobres, construíram hospitais. Um tempo depois, formaram um exército para defender o Santo Sepulcro.

Em vista das seguidas derrotas dos cristãos na Terra Santa, foi organizada mais uma cruzada (Segunda Cruzada): Luís VII e Conrado III (França e Alemanha) foram os líderes. Foi apenas mais uma derrota.


A retomada de Jerusalém

No ano de 1187, tropas de muçulmanos comandados por Saladino rumaram para Jerusalém, e a reconquistaram facilmente. Saladino foi gentil com os cristãos, evitou o massacre de milhares de pessoas.

Em 1189 foi organizada a Terceira Cruzada, comandada pelo rei da Inglaterra Ricardo Coração de Leão, o rei da França Filipi Augusto, e o imperador alemão Frederico Barba-Ruiva (Barba-Roxa). Esta Cruzada começou dando certo, mas logo os problemas chegaram. Frederico se afogou num rio na Síria, Filipe Augusto tomou o Acre e voltou pra França. Ricardo Coração de Leão ganhou de Saladino duas vezes, mas não conseguiu tomar Jerusalém. Então, Saladino e Ricardo fizeram um acordo, que permitia a entrada de cristãos para fazerem suas peregrinações na Terra Santa. Ricardo voltou logo pra Inglaterra, pois seu irmão estava tentando derrubá-lo e tomar o poder. Foi preso no caminho, na Áustria, e sua mãe teve de pagar o resgate. Retomou o poder, mas em 1199 foi morto quando combatia um vassalo insubmisso.

Quarta Cruzada (1202-1204) teve seu rumo desviado pelas influências dos comerciantes venezianos, foram para Constantinopla, que foi tomada e saqueada. Algumas partes da cidade ficaram sob domínio cristão até 1261.
Cruzada das Crianças foi outro fracasso, no ano de 1212. Os cristãos acreditavam que as crianças de alma pura poderiam reaver o Santo Sepulcro. Eram milhares delas. A maioria morreu de fome, frio, ou foram sequestradas para serem vendidas como escravas.
Outro fracasso foi a Quinta Cruzada (1217-1221), comandada por André II, rei da Hungria, e Leopoldo VI, duque da Áustria.
Entre 1228 e 1229 aconteceu a sexta cruzada, liderada por Frederico II, imperador alemão. Desta vez usaram a diplomacia para consequir o que queriam: os turcos entregaram as cidades de Jerusalém, Nazaré e Belém. Mas elas logo foram retomadas pelos muçulmanos.
sétima cruzada (1248-1254) e a oitava cruzada foram comandadas por Luís IX, rei da França, que de tanta piedade que teve dos muçulmanos acabou virando santo, conhecido hoje por São Luís. Na sétima cruzada, Luís foi derrotado, acabou preso e seus compatriotas tiveram de pagar uma pesada fiança para livrá-lo. Na oitava cruzada, Luís atacou a cidade de Túnis, no norte da África, mas morreu lá em razão de uma forte dor de barriga.

Resultados

Entre os resultados que as cruzadas tiveram, podemos citar:
- Aumento do comércio ocidente-oriente.
- A burgueria européia ficou mais rica, às custas dos nobres e cavaleiros que foram às cruzadas.
- Com tanto movimento de pessoas, as cidades e o comércio entre elas se desenvolveram.
- Alguns dos costumes orientais foram incorporados ao ocidente.
- Produtos novos orientais foram trazidos para a europa, como ArrozCanela, pimenta, cravo, açúcar, algodão, café e perfumes.
- A intolerância aos judeus na europa cresceu, havendo muitos massacres.

Artigos: Sofisma



sofisma tem sua origem na Antiga Grécia e no campo da filosofia refere-se a um raciocínio sem conclusão, um raciocínio válido, mas contrário às próprias leis. Toda afirmação nesta filosofia parte de um ponto próximo da verdade, verossímil, mas concluído de maneira absurda.

Num conceito geral, a linha de pensamento sofisma é projetada a partir de raciocínios que dissimulam sobre uma ilusão de realidade e verdade, falsamente seguem uma base e um conjunto de regras lógicas, mas sem uma finalidade objetiva e conclusiva. O sofisma está próximo da falácia.

ideia básica de um sofista  remete ao paralogismo matemático que é capaz de demonstrar algo de maneira estruturada e rigorosa, num caminho que o conclui de maneira inesperada ou simplesmente absurda. Nos dias atuais, o sofisma é considerado um pensamento, uma afirmação ou plano de ideias falsas, sem validade real, sem finalidade constante composta por pontos incoerentes.

Popularmente, o sofisma é conceituado como uma linha de pensamento que pretende atrai o indivíduo às más ações ou às ações de pouca finalidade. O sofisma, de maneira geral, pode ser considerado uma mentira.

Considerando o radical da palavra, temos outra derivação que nos remete ao termo sofista  e à Sophia ou sophos.Tradicionalmente, estamos acostumados a definir o termo sofista como um grupo de pensadores ou filósofos letrados na sofística helênica. Em tese, os sofistas seguiam a linha de pensamento do sofisma, ou seja, eram mestres que faziam aparições públicas e utilizavam da retórica para conquistar estudantes que pudessem pagar pelas suas aulas.

Muitos desses sofistas questionavam os excessos da sabedoria vinculada aos deuses e a cultura grega. Eram mestres em contra-argumento, acreditavam que somente um argumento poderia vencer o outro, mesmo que não fosse verdadeiro ou aparentemente verdadeiro.

No campo da retórica, os sofistas são considerados os primeiros professores e filósofos do período socrático, eram opostos à filosofia pré-socrática. Eram mestres da argumentação, ensinavam seus alunos a defenderem suas ideias e opiniões para que as mesmas obtivessem maior espaço. 

Eram considerados falsos e céticos, pois não consideravam determinados pensamentos filosóficos da época. Dentre os sofistas, podemos citar: Protágoras, Górgias, Hípias, Isócrates, Pródico, Crítias, Antifonte e Trasímaco, sendo que destes, Protágoras, Górgias e Isócrates.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sofisma
http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/sofistas.htm

Exposição "Pequenos Formatos, Grandes Formas"


Pequenos Formatos, Grandes Formas e Quando Penso Ter Razão

Até o dia 31 de janeiro, fica em cartaz na Galeria de Arte do BDMG Cultural a exposição Pequenos Formatos, Grandes Formas, do artista Nirino de Campos. Ao todo, são setenta obras, produzidas pelo pintor em Altamira, interior de Minas Gerais. Seus quadros em pequeno formato, mostram rostos e figuras humanas dispersos em uma profusão de ,amcjas escuras e vibrantes que preenchem toda a tela.
No mesmo espaço, Augusto Fonseca exibe a série Quando Penso ter Razão. A sequência de delicadas aquarelas retrata cabeças humanas se rompendo e assumindo novas formas.
De seg. a dom., das 10h às 18h.
Local
Galeria de Arte do BDMG Cultural

Endereço
Rua Bernardo Guimarães, 1600, Lourdes, 
Telefone
(31) 3277 4384
Data
14/01/13 até 31/01/13
Horário
10h00
Preço
Entrada Gratuita

Exposição "Artefatos de Som"


Exposição "Artefatos de Som" na Galeria Oi Futuro

De 22 de janeiro a 31 de março, a Galeria de Artes Visuais do Oi Futuro será o palco da exposição “Artefatos de Som”, do duo O Grivo, em Belo Horizonte. A galeria funciona de terça a sábado, das 11h às 21h, e aos domingos, de 11h às 19h.

A mostra consiste em quatro instalações sonoras e um vídeo, que conciliam dois conceitos aparentemente contrários – os processos mecânicos e autômatos com a indeterminação e o imprevisto na criação artística.

A exposição também conta com cinco textos-fragmento, escritos por Maurício Meirelles que falam das formas variadas de composição de O Grivo. São elaborações autônomas, construídas sobre os temas da máquina e do som.

Local
Galeria de Artes Visuais do Oi Futuro

Endereço
Av. Afonso Pena , 4001 - Mangabeiras
, 
Telefone
(31) 3229-3131
Data
22/01/13 até 31/03/13
Horário
11h00
Preço
Entrada Franca

Mostra Benjamin de Oliveira.Oficina de Percussão


Oficina de Percussão - Funarte

Até o Carnaval 2013, a Funarte receberá todos os sábados, (até o dia 09/02) de 14h às 17h, oficina de percussão do Projeto Percussão Brasil. Ministradas pelos percussionistas Rafael Leite, Bosco de Oliveira e Raphael Oliveira, as atividades são voltadas à formação de ritmistas, dentro do universo das tradições percussivas da cultura popular brasileira e com ênfase no samba e suas derivações.
Desde 2009, novos blocos de rua que surgiram em Belo Horizonte, e vieram se juntar a blocos tradicionais da cidade, estão transformando o carnaval da capital. O objetivo da oficina é, portanto, que os futuros ritmistas contribuam com a renovação da festa belo-horizontina. Serão realizadas, além das aulas teóricas e práticas, vivências com mestres e diretores de agremiações ligadas ao carnaval, buscando proporcionar aos interessados um aprofundamento dos conhecimentos gerais dos processos que envolvem a realização de atividades carnavalescas.
A oficina é parte da Mostra Benjamin de Oliveira. As aulas são gratuitas e não necessitam de inscrições prévias. Os instrumentos e todo o material para as aulas teóricas e práticas serão cedidos pelo Percussão Brasil.
Local
Funarte

Endereço
Rua Januária, 68, Floresta, 
Telefone
(31) 3213-3084
Data
22/12/12 até 09/02/13
Horário
14h00
Preço
Entrada franca

Exposição "Memórias da Casa, de Dentro de Fora"

Memória da casa, de dentro de fora


O Espaço Experimental de Arte, o EXA, apresenta a exposição “Memória da casa, de dentro de fora” entre os dias 19 de janeiro e 02 de fevereiro. Resultado de um processo formativo de 18 jovens artistas da RMBH, o projeto foi patrocinado pelo Prêmio Funarte Microprojetos Rio são Francisco. A exposição poderá ser visitada todos os dias, de 15h às 19h.
“Memória da casa, de dentro de fora”

Participaram do processo formativo do projeto “Memória da casa, de dentro e de fora” 18 jovens entre 19 e 29 anos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os participantes irão apresentar em exposição coletiva trabalhos em diversas linguagens como pintura, desenho, fotografia, vídeo, intervenção, instalação, entre outros.
O júri foi composto por nomes de peso como Renata Márquez, curadora e professora adjunta do Departamento de Análise Crítica e Histórica da Escola de Arquitetura e Design da UFMG; Marcos Hill, co-fundador do Centro de Experimentação e Informação de Arte (CEIA), critico de arte, pesquisador e professor da Escola de Belas-Artes da UFMG; Bruno Vilela, coordenador do EXA e do projeto "Muros: Territórios Compartilhados" e co-coordenador do Festival Internacional de Fotografia; e Brígida Campbell, artista, professora do Curso de Artes Visuais da EBA, integrante do Poro e coordenadora do EXA.
Local
Espaço Experimental de Arte

Endereço
Rua Tomé de Souza 815 – 2 andar - Savassi , 
Telefone
(31) 9197-8526 | (31) 9795-2800
Data
19/01/13 até 02/02/13
Horário
15h00
Preço
Entrada franca